2 de junho de 2026
Baixada FluminenseBelford RoxoCulturaNotícias

Tradição da Cultura Cigana contagia baile  da Melhor Idade em Belford Roxo

Tradição da Cultura Cigana foi tema da nona edição do Baile da Melhor Idade, promovido através da Secretaria Municipal de (Semasc) de Belford Roxo. O evento que acontece sempre na última sexta-feira do mês, das 14h às 17h, realizado na quadra coberta do Country Club, no Centro do município, é destinado aos usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), ligados aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e o núcleo da Atenção à Pessoa Idosa (API).

A maioria dos participantes aderiu ao tema. Poucos não estavam trajados como o povo cigano. Segundo o secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Diogo Bastos, o tema de cada baile (o último foi novelas), escolhido pela equipe técnica da Semasc, tem intuito de divertir e alegrar os participantes.

Os temas são para alegrar e divertir

 “Eu não escolho com quem trabalho. Trabalho com pessoas, independente de quem seja. A gente não pode segregar ninguém. O Estado é laico e gente tem que trabalhar contra intolerância, contra abuso e contra preconceito, seja ele qual for. O baile é um ato e a nossa secretaria acolhe e trabalha com as pessoas. Os temas são para alegrar e divertir. Ninguém é obrigado estar caracterizado. Vale destacar que a tradição cigana não é uma religião. É cultural e histórico e tem muito significado”, assegurou Diogo.

Traje especial para o baile

Professor de Dança de Salão das oficinas desenvolvidas nos CRAS, Célia Regina Nascimento de Oliveira, a Regininha, era um dos destaques do baile com seu traje Cigana, produzido especialmente para o baile. Gosto muito da tradição cigana. Não encontrei dificuldade para produzir meu look”, disse.  Vanessa de Souza Vicente, que não perde um baile, também estava a caráter. “Juntei algumas peças que tinha com outras emprestadas e deu certo. Adorei”, afirmou. A animação musical é feita pelo cantor e DJ Nennen By Night. Tocando um teclado, ele relembra sucessos de todos os ritmos dos anos 60, 80, passando pelo forró, MPB, samba, rock nacional e internacional.

 Sem mistério para virar cigano

Frequentador do CRAS do Bairro Jardim Redentor, Anderson Souza Queiroz, 45, garantiu que não teve mistério para virar um cigano. “Coloquei uma blusa vermelha, um lenço da mesma cor na cabeça e bijuterias douradas. Deu certo, estou me sentindo um Cigano, disse sem parar de dançar. Também vestida a caráter, Samanta Sobral, 52, brincou com os participantes. Ela estava com “cartas da sorte”, com imagens divertidas e oferecia aos participantes. Muitas gargalhadas na descoberta do destino. “Ao mesmo tempo em que me divirto, deixo as pessoas felizes”, relatou. Um Grupo de Dança Cigana de Duque de Caxias, Maravidas, participou do evento.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *