Brasil apresenta oportunidades de negócios a empresas chinesas

Nesta terça-feira (4/6), primeiro dia de agenda em Pequim, na China, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, acompanhou o vice-presidente Geraldo Alckmin, em reunião com a presidente do Banco dos Brics, Dilma Rousseff, para formalização do envio de R$ 5,7 bilhões à reconstrução do Rio Grande do Sul.

Costa também participou de reuniões com três empresas chinesas, entre elas a State Grid – Companhia Nacional da Rede Elétrica da China -, que sinalizou interesse na participação em leilões brasileiros de transmissão de alta tensão, projetos parte da carteira do Novo PAC. A agenda incluiu encontro com empresa Foton, fabricante de caminhões, ônibus, tratores e maquinaria pesada, e, na oportunidade, foi discutida a possibilidade de a empresa investir no Brasil. Também foi realizado encontro com a Sinovac, biofarmacêutica produtora de vacinas.


“Estamos trabalhando para fortalecer a relação comercial e bilateral entre Brasil e China e para seguir mostrando ao mundo as excelentes oportunidades de investimentos que existem no nosso país”, afirmou o ministro da Casa Civil  


Recurso para o Rio Grande do Sul

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reuniu-se com a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos Brics, Dilma Rousseff. Após o encontro, Alckmin e Dilma assinaram carta-compromisso de apoio ao Rio Grande do Sul que formaliza a destinação de US$ 495 milhões do banco para a reconstrução do estado (o equivalente a R$ 2,6 bilhões).

Além dos recursos oriundos diretamente do NDB, tomadores como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Banco Regional do Extremo Sul (BRDE) irão disponibilizar outros US$ 620 milhões, totalizando US$ 1,115 bilhão (R$ 5,75 bilhões) em investimentos.

“Agradeço ao NDB, por meio da presidenta Dilma, por todo apoio que vem oferecendo ao povo gaúcho diante desta catástrofe sem precedentes”, afirmou Alckmin. “Tenho convicção de que a reconstrução do estado será maior que a destruição”.

De acordo com a carta-compromisso, os recursos de US$ 495 milhões serão distribuídos da seguinte forma: US$ 200 milhões para infraestrutura, incluindo investimentos em rodovias, pontes, vias urbanas e outras instalações. Os outros US$ 295 milhões serão canalizados pelo BRDE e destinados exclusivamente às necessidades do Rio Grande do Sul. Já os US$ 620 milhões alocados exclusivamente para o estado serão concedidos por BNDES, BB e BRDE.

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