Rio inicia campanha para atualização da caderneta de vacinação
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio promove, entre os dias 3 de agosto e 1º de setembro, a campanha para a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A iniciativa integra uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Saúde para recuperar as coberturas vacinais, que têm registrado queda nos últimos anos.
A campanha tem como objetivo ampliar a cobertura, atualizar a situação vacinal e facilitar o acesso à imunização. As equipes irão avaliar cada caderneta individualmente e serão aplicadas apenas as doses necessárias para colocar a vacinação em dia. A expectativa é verificar aproximadamente 1,1 milhão de cadernetas de vacinação de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos.
Ao longo da mobilização, a SMS realizará ações de microplanejamento para identificar e alcançar crianças e adolescentes com vacinação em atraso. As estratégias incluem vacinação nas unidades de saúde, creches e escolas, visitas domiciliares e ações em parceria com instituições de ensino, associações de moradores, igrejas, clubes, shoppings e outras organizações. Em 22 de agosto será o dia D de mobilização, com pontos extras de vacinação espalhados por toda a cidade, para facilitar o acesso da população.
Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação estarão disponíveis nas unidades de saúde e nos pontos extras de vacinação, conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente. Entre os imunizantes disponíveis para as crianças estão BCG, hepatites A e B, pentavalente, poliomielite (VIP), rotavírus, pneumocócicas, meningocócica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, influenza e covid-19. Já para os adolescentes, haverá vacinas contra HPV (9 a 19 anos), meningocócica ACWY (11 a 14 anos) e dengue (10 a 14 anos).
As vacinas são seguras e podem ser administradas no mesmo dia, permitindo que a caderneta seja atualizada em uma única visita à unidade de saúde. Em geral, as contraindicações são raras e se restringem a casos de reação alérgica grave a uma dose anterior ou a algum componente da vacina. Em caso de qualquer evento adverso após a vacinação, os responsáveis devem procurar a unidade onde a dose foi aplicada para avaliação e acompanhamento.
Para a vacinação, pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança ou do adolescente e, sempre que possível, a caderneta ou comprovantes de vacinação, para que a equipe de saúde possa avaliar o histórico vacinal.

