13 de julho de 2024

TV Prefeito

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Para driblar vandalismo e furtos, prefeitura usa concreto e resina em monumentos históricos do Rio

Furtos de peças de monumentos históricos do Rio ou atos de vandalismo se tornaram um grande problema para a prefeitura do município nos últimos anos. Dos óculos de Drummond, em Copacabana, à cadeira de Noel Rosa, em Vila Isabel, diversas peças sofreram danos.

Para tentar driblar os vândalos, a prefeitura passou a usar resina e concreto nas estruturas. Na estátua de Noel Rosa, concreto foi colocado na parte de baixo, para impedir que ele seja levado.

O busto de Marcílio Dias, que fica na Praça Onze, está passando pelo mesmo processo depois de ser quebrado a pedradas em uma tentativa de furto. Em frente ao Copacabana Palace, a estátua do jornalista Ibrahim Sued também foi preenchida.

A secretaria de Conservação diz que as serras usadas para furtar o metal não conseguem atravessar o cimento. Outras peças, que são originalmente de bronze, estão sendo trocadas por outras de resina.

O chafariz, de Mestre Valentim, que fica na Praça General Osório, foi adaptado com resina – mas a diferença é mínima.

A prefeitura reserva R$ 2 milhões por ano para manutenção de monumentos da cidade, mas quase metade da verba é usada para reposição de peças vandalizadas.

“O ideal seria a gente proteger os monumentos contra o tempo, contra o desgaste e hoje a gente não consegue. A gente fica tratando daquilo que foi danificado, os danos estão sendo maiores do que aquilo que foi causado pelo desgaste do tempo”, explica a gerente de monumentos e chafarizes Vera Dias.

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