19 de junho de 2026
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Mais de 340 quilos de alimentos impróprios para consumo são descartados em São Gonçalo

Ação identificou carnes sem procedência adequada, produtos sem informações de validade e diversas irregularidades estruturais que comprometem a segurança alimentar dos consumidores


A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON) e o PROCON-RJ realizaram, nesta sexta-feira (19), uma operação de fiscalização em supermercados no município de São Gonçalo. Durante a ação, os agentes encontraram mais de 340 quilos de alimentos impróprios para consumo, que foram imediatamente descartados.

Entre os alimentos em condições inadequadas para comercialização estavam mortadela, recheio de maracujá, carnes bovinas, suínas e de frango, além da costela bovina armazenados sem especificação da data de manipulação e da nova validade. Os produtos apresentavam falhas de identificação e armazenamento inadequado, comprometendo a segurança dos alimentos vendidos aos consumidores. Todo o material foi descartado na presença dos fiscais.

Além das irregularidades relacionadas aos alimentos, a equipe identificou uma série de problemas estruturais que representam riscos à saúde pública e ao cumprimento das normas sanitárias. Entre as infrações constatadas estavam pisos quebrados e rugosos nas câmaras refrigeradas, paredes com presença de bolor, ferrugem em prateleiras e equipamentos utilizados para armazenar carnes, utilização de pallets de madeira em áreas de estocagem de laticínios, ausência de barreiras de proteção contra a entrada de animais e ralos inadequados. Em dos estabelecimentos foram encontrados pombos em cima de produtos.

Os agentes também verificaram a ausência de balanças de precisão para conferência de peso pelos consumidores, falta do cartaz obrigatório informando a proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores de idade e irregularidades no Livro de Reclamações do PROCON-RJ, que não estava devidamente autenticado.

– O trabalho de fiscalização tem como principal objetivo proteger a saúde e a segurança da população. A comercialização de alimentos sem identificação adequada, armazenados de forma irregular ou em condições impróprias para consumo representa um risco grave ao consumidor -, destacou o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Rogério Pimenta.

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