Inea realiza operações para combater crimes ambientais em Santo Antônio de Pádua e Miracema, no Noroeste Fluminense

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) concluiu nesta sexta-feira uma séria de operações realizadas ao longo da semana (15 a 18/4) para combater crimes ambientais nos municípios de Santo Antônio de Pádua e de Miracema, no Noroeste Fluminense. As ações foram realizadas a partir de denúncias encaminhadas à superintendência pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual e prefeituras das duas cidades.

 

Em Miracema, na estrada que liga o município à Palmas, os fiscais do Inea confirmaram que há desmatamento de cerca de dez hectares de uma área de vegetação característica do bioma Mata Atlântica, o equivalente a dez campos de futebol. Lá, também foi localizada uma carvoaria clandestina. A equipe inspecionou o local e reuniu indícios de que o carvão era produzido a partir das espécies nativas da Mata Atlântica. No momento da fiscalização, não havia ninguém no local.

 

A equipe do Inea segue investigando o caso para identificar os infratores. Em uma outra área deste município, os técnicos autuaram uma serraria e uma britagem de rochas por operar sem licença ambiental. Já na cidade de Pádua, a equipe fechou uma pedreira ilegal e uma pessoa foi levada para a delegacia, onde prestou esclarecimentos. No mesmo município, o Inea notificou e autuou um frigorífico de suínos por operar sem licença ambiental.

 

– Estamos intensificando as nossas fiscalizações e atuando com rigor, multando e notificando os infratores ambientais. A população pode ajudar denunciando crimes ambientais – destacou o secretário de estado de Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.

 

Denúncias de crimes ambientais em todo o estado do Rio de Janeiro podem ser feitas ao Linha Verde por meio dos telefones 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local), 2253-1177 (capital), no aplicativo para celular “Disque Denúncia Rio”, onde usuários com sistema operacional Android ou iOS podem denunciar anexando fotos e vídeos, com a garantia de anonimato.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *