Força-Tarefa do Governo do Estado interdita dois ferros-velhos irregulares em Campo Grande

Dois ferros-velhos irregulares foram interditados em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, na manhã desta última quinta-feira (23/05), durante mais uma ação da Operação Desmonte, realizada pela força-tarefa do Governo do Estado, coordenada pelo Detran.RJ.  Os estabelecimentos não possuíam alvará para funcionamento e tampouco notas fiscais das mercadorias que estavam sendo comercializadas. Um deles também foi autuado por crime ambiental por poluir o solo com combustíveis.

O primeiro ferro-velho a ser vistoriado foi na Avenida Brasil, em Campo Grande. No local agentes do Detran.RJ, em ação conjunta com equipes das  polícias Civil e Militar, Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Secretaria de Fazenda, encontraram diversas carcaças de automóveis, peças e motores de automóveis sem notas fiscais. As equipes também encontraram galões com combustíveis ao ar livre, lançando os produtos  diretamente no solo, o que caracterizou crime ambiental. Todo o material foi removido e será destruído.

Em um outro estabelecimento, na Estrada Rio-São Paulo, a equipe do Detran encontrou mercadorias sem notas fiscais e o local não possuía licenciamento. A loja foi interditada e o proprietário terá 30 dias para comprovar a procedência do material. Caso não haja comprovação nesse período, todas a peças serão apreendidas e destruídas.

Desde agosto do ano passado, quando o decreto que regulamentou a Operação Desmonte foi assinado pelo Governo do Estado, o Detran.RJ já realizou quatorze operações que resultaram na interdição de 31 estabelecimentos. Ao todo foram apreendidas e destruídas mais de 600 toneladas de sucatas, centenas de motores roubados foram apreendidos e quatro pessoas foram presas em flagrante.

O Detran.RJ, através do sistema Desmonte RJ tem incentivado estabelecimentos que comercializam peças de automóveis usados a  se credenciarem. Atualmente cerca de 120 empresas já procuraram o departamento e estão em processo de regularização. Estima-se que em todo o Estado haja cerca de 500  ferros-velhos sem licenciamento para funcionar.

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