31 de julho de 2026
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Foragido condenado a 38 anos é preso em operação da Polícia Civil após meses de monitoramento

Homem foi localizado em uma ilha após investigação conduzida por delegacias de Niterói, Maricá e pela Desarme. Segundo a polícia, ele utilizava um caiaque para se deslocar

Uma operação integrada da Polícia Civil resultou na prisão de um homem foragido da Justiça que, segundo a corporação, acumula condenações que somam 38 anos de prisão. A ação foi realizada no último dia 29 de julho por agentes da 79ª DP (Jurujuba), da 82ª DP (Maricá) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme).

Identificado pelas iniciais M.S.L.B., o homem era considerado de alta periculosidade e foi localizado após um trabalho de inteligência que se estendeu por quase quatro meses.

Investigação levou até esconderijo em ilha

De acordo com a Polícia Civil, as equipes acompanharam os deslocamentos do foragido e realizaram levantamentos para identificar o local onde ele estava escondido.

As investigações apontaram que ele permanecia na Ilha Mãe Maria, na região da Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro. Por se tratar de uma área de difícil acesso, o local dificultava o monitoramento e a localização do suspeito.

Caiaque era utilizado para deslocamentos

Segundo a corporação, o homem utilizava um caiaque para fazer o trajeto entre a Ilha Mãe Maria e a Praia da Engenhoca, também na Ilha do Governador, como forma de circular sem levantar suspeitas enquanto permanecia foragido.

Após identificar a rotina e os deslocamentos do investigado, os policiais realizaram a abordagem e efetuaram a prisão. O homem foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.

Operação contou com integração entre delegacias

A ação reuniu equipes da 79ª DP (Jurujuba), da 82ª DP (Maricá) e da Desarme. Segundo a Polícia Civil, a troca de informações e o trabalho integrado entre as unidades foram fundamentais para localizar e prender o foragido após meses de investigação.

A reportagem buscou contato com a defesa do citado, através de pesquisas na internet e redes sociais e não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações.