Samu Médio Paraíba Registra o melhor tempo de resposta em Atendimentos dos Últimos 10 Anos

Com quase 14 mil chamadas no mês, o serviço móvel de saúde bateu a marca de 17 minutos em atendimento emergencial

No mês de maio, o SAMU Médio Paraíba, gerido pelo CISMEPA – Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraíba, registrou o menor tempo médio de resposta em atendimentos emergenciais dos últimos 10 anos, com 17 minutos e 53 segundos. Isso significa a otimização efetiva dos processos que envolvem cada atendimento realizado pelo SAMU, desde o recebimento de uma ligação na Central de Regulação, até a chegada da ambulância ao seu local de destino.

Em 2017, o tempo médio de resposta a atendimentos prioritários era de 52 minutos, enquanto em 2022, a média registrada no final do ano foi de 21 minutos e 30 segundos. De acordo com Paulo Mendes, coordenador Médico do SAMU Médio Paraíba, a melhoria nos atendimentos das chamadas foi um dos fatores primordiais para a melhoria do tempo resposta.

“Sem dúvidas, o aumento da resolutividade ao telefone dentro da Central de Regulação Médica foi essencial para que pudéssemos alcançar tamanha diferença na melhoria do atendimento às emergências da região. Nós estamos mapeando toda a atividade interna e externa do SAMU para administrar esses indicadores e gerenciar as equipes da melhor forma possível”.

Ainda de acordo com Paulo, visando melhorar cada vez mais o serviço prestado, são realizadas pequenas competições entre as equipes e bases descentralizadas espalhadas pelas cidades do Médio Paraíba. “Há cerca de 1 ano atrás nós começamos a promover o conhecimento quanto ao funcionamento geral do SAMU, interno e externo, e o incentivo a todas as equipes que o compõem.

Seja com um chaveiro ou uma pizza, nós sempre os premiamos com alguma lembrança ou atividade simbólica. Sem dúvidas ainda temos muitos pontos de atenção a serem melhorados, mas estamos comprometidos em nos dedicar e buscar resultados excepcionais”, explicou.

Os atendimentos emergenciais prioritários são aqueles mais graves em que pode ocorrer risco de vida, como: Problemas cardiorrespiratórios; Intoxicação exógena e envenenamento; Queimaduras graves; Tentativas de suicídio; Afogamentos; Choque elétrico; Crises convulsivas; Suspeita de Infarto ou AVC; Trabalhos de parto com risco de morte para mãe e/ou feto; Crises hipertensivas e dores no peito de aparecimento súbito; Acidentes com produtos perigosos; Em caso de acidentes/traumas com vítimas; Soterramento, Desabamento; Transferência inter-hospitalar de doentes graves; Agressão por arma de fogo ou arma branca; Na ocorrência de maus tratos e demais situações consideradas de urgência ou emergência.

 

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