Queimados aumenta a capacidade de pagamento no Tesouro Nacional

Município conquista nota A e está entre duas cidades da Baixada Fluminense
 
A cidade de Queimados alcançou a maior nota na avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em relação à Capacidade de Pagamento. A ‘nota A’ mostra que o município manteve as contas públicas em dia, com pagamento das obrigações financeiras, e a gestão fiscal equilibrada. Isso significa que a Prefeitura  faz uma boa administração do dinheiro público. Dentre as 13 cidades da Baixada Fluminense, Queimados e Guapimirim se destacam com a nota máxima. 
 
O indicador do Governo Federal revela, de forma transparente, que o município é um bom pagador. Além de comprovar a saúde financeira,  a cidade da Baixada Fluminense pode, entre outras vantagens, fazer empréstimos em condições mais favoráveis e com a garantia da União. Os dados estão no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, documento publicado anualmente pelo Tesouro Nacional com o objetivo de aumentar a transparência e de fomentar discussões acerca das finanças dos Estados e Municípios.
 
De acordo com o prefeito Glauco Kaizer, o resultado foi alcançado após as iniciativas adotadas pela gestão municipal, desde 2021, para devolver a saúde fiscal das contas: “Assim que chegamos em 2021 encontramos um cenário difícil. Tínhamos pouco dinheiro em caixa e contas a pagar, como o salário de dezembro, 13º e rescisões em atraso,  obras paradas  que constavam no CAUC, uma espécie de proteção do crédito das prefeituras. 
 

O secretário municipal de Fazenda, Alex Binoti, expressou sua alegria com o trabalho que o município vem desenvolvendo vem desenvolvendo: “Estamos muito contentes com essa notícia. Quando iniciamos a gestão da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento, eu e minha equipe temos nos dedicado muito a promover, dentre outros trabalhos, a recuperação de receitas através de auditorias, mutirões, capacitação de pessoal, treinamentos, inovações tecnológicas, atualizações processuais, entre outras coisas”, afirmou

Para a análise da Capag são avaliados três indicadores, a capacidade de endividamento, a poupança corrente e a liquidez do Estado. O primeiro indicador é calculado pela relação entre a dívida consolidada e a receita corrente líquida.

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