6 de novembro de 2026
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Águas do Rio realiza 110 melhorias no sistema de abastecimento durante manutenção do Guandu 

Retomada do fornecimento começou ainda na madrugada de quarta (4), com a liberação da linha do sistema que atende a Baixada Fluminense; Guandu já opera com 100% da capacidade e abastecimento segue em recuperação gradativa

Durante a manutenção anual do sistema Guandu, realizada pela Cedae, a Águas do Rio executou 110 serviços para melhorar a eficiência da distribuição de água em sua área de concessão. Os trabalhos incluíram instalação de equipamentos, substituição de válvulas e registros, reparos nas redes e manutenções preventivas. O abastecimento segue em processo de recuperação gradativa nas áreas atendidas pela concessionária.

Na capital, uma das intervenções foi a instalação de uma válvula reguladora de pressão automática no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte, para combater um problema histórico de perdas de água na região. Os trabalhos também contemplaram bairros como Tijuca, Andaraí, Méier, Irajá, Brás de Pina e Ilha do Governador, além de comunidades atendidas pela concessionária.

Na Baixada Fluminense, o destaque foi a instalação de um macromedidor no bairro Km 32, em Nova Iguaçu. O equipamento permitirá maior controle da distribuição de água, contribuindo para a redução de desperdício de água.

“Realizamos uma grande operação, com equipes mobilizadas simultaneamente em diferentes regiões, para executar 110 intervenções dentro da janela de manutenção, sem comprometer o cronograma de retomada do abastecimento. Esse trabalho faz parte de um esforço muito maior da Águas do Rio, que é modernizar a infraestrutura recebida no início da concessão, corrigir problemas históricos e tornar o sistema cada vez mais eficiente e confiável”, afirma Diógenes Lyra, diretor de Operações da concessionária.

Hora a hora da liberação do sistema Guandu

O prazo de até 72 horas para a normalização do abastecimento após a manutenção anual do Guandu começa a ser contado quando a produção de água do sistema retorna a 100% da capacidade. Neste ano, isso aconteceu às 17h de quarta-feira (4). A partir desse momento, a distribuição é retomada gradativamente, para não pressionar as tubulações, até que o fornecimento seja normalizado em todas as áreas atendidas. Portanto, o prazo de recuperação ainda está em curso e não há atrasos.

Na terça-feira (3), às 23h30, a Cedae informou às concessionárias a conclusão da manutenção. Às 4h44 de quarta-feira (4), a Águas do Rio autorizou a retomada do sistema Marapicu, que integra o Guandu e abastece a Baixada Fluminense e bairros da Zona Norte da capital. Com isso, o retorno gradativo do abastecimento começou no horário previsto. Às 6h47, após concluir com segurança as intervenções e melhorias programadas na rede de distribuição, a concessionária liberou o restante do sistema.

Uma das últimas intervenções foi a instalação de um macromedidor na Rua Florianópolis, na Praça Seca, concluída no final da tarde de quarta-feira (4). O serviço não comprometeu o cronograma de retomada, pois a região conta com válvulas que permitem isolar o trecho em manutenção sem afetar o retorno gradativo do abastecimento nas demais áreas.

Investimento em tecnologia já traz resultados importantes

Ao longo dos últimos anos, as ações da concessionária já permitiram recuperar 300 bilhões de litros, volume suficiente para abastecer 1 milhão de pessoas. O trabalho envolve a modernização de uma rede herdada de mais de 18 mil quilômetros de tubulações, com investimentos em tecnologia, monitoramento e controle de pressão.

Só na capital, já foram instaladas mais de 300 válvulas automáticas, que ajustam a pressão de acordo com a demanda de cada região, além de 3 mil pontos de monitoramento acompanhados 24 horas por dia. A concessionária também utiliza mapeamento por satélite para identificar vazamentos ocultos, inclusive sob ruas e calçadas, e realizar reparos preventivos.

Desde o início da concessão, a Águas do Rio, empresa do grupo Aegea, já investiu R$ 6,4 bilhões em infraestrutura e melhorias operacionais. Foram instalados ou substituídos 1,9 mil quilômetros de redes de água, e quase 1 milhão de pessoas passaram a ter abastecimento regularizado em comunidades da capital.

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