8 de janeiro de 2026
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China pede que EUA garantam segurança e libertem Nicolás Maduro imediatamente

Ministério das Relações Exteriores condenou os ataques na Venezuela

O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou, neste domingo (4), que os Estados Unidos devem libertar imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores.

Ele também pediu que o governo de Donald Trump resolva a situação na Venezuela por meio de diálogo e negociação, sem mais ataques.

O ministério, em uma nota divulgada em seu site, ainda declarou que é dever dos EUA garantirem a segurança pessoal de Maduro e de Cilia Flores.

“A China expressa profunda preocupação com a prisão forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua expulsão do país. A ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”, escreveu.

Neste sábado (3), o país já havia condenado os ataques de Trump, afirmando que os atos ameaçavam a paz e a segurança da América Latina e no Caribe.

Nos últimos anos, a China tem sido uma das principais parceiras políticas e econômicas da Venezuela e, por isso, tem defendido publicamente que disputas internas no país devem ser resolvidas “pelo povo venezuelano, sem interferência externa”.

Ataque
Após meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos fizeram uma operação de captura, neste sábado (3), em diversos pontos de Caracas e capturaram Nicolás Maduro e sua mulher.
Trump anunciou a operação em suas redes sociais: “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso uma ação de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado com sua mulher, e retirado do país por via aérea.”
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. Inicialmente, o presidente não informou para onde Maduro e a mulher haviam sido levados.
Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo testemunhas, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.
Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

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