8 de janeiro de 2026
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Balança comercial fluminense fechou 2025 com superávit de US$ 15,9 bilhões

 
Corrente comercial fluminense bate recorde e alcança maior patamar da série histórica


A balança comercial do Estado do Rio de Janeiro encerrou 2025 com superávit de US$ 15,9 bilhões, consolidando um desempenho expressivo no comércio exterior. No período, a corrente comercial fluminense (soma de importações e exportações) alcançou US$ 80,2 bilhões, o maior valor da série histórica iniciada em 2015. Desse total, US$ 48,1 bilhões corresponderam às exportações e US$ 32,2 bilhões às importações.

Os dados foram apurados pelo Comex Stat, sistema oficial do Ministério da Economia para consulta e extração de informações do comércio exterior brasileiro. Em 2025, o Estado do Rio foi responsável por 14% das exportações e 11% das importações do país, mantendo-se na segunda posição no ranking nacional das exportações e na terceira colocação entre os maiores importadores brasileiros.

– O resultado da nossa balança comercial em 2025 evidencia a relevância do Rio de Janeiro no cenário nacional e a capacidade do estado de competir em nível global. Ampliar nossa presença nas cadeias globais de produção significa impulsionar o desenvolvimento econômico, gerar empregos de qualidade e promover um crescimento sustentável que se traduza em mais oportunidades e melhor qualidade de vida para a população fluminense – declarou o governador Cláudio Castro.

O petróleo manteve-se como o principal produto da pauta exportadora fluminense em 2025, respondendo por 78,9% das exportações do estado e movimentando US$ 37,9 bilhões. O setor siderúrgico também teve papel de destaque, com embarques que somaram US$ 1,9 bilhão ao longo do ano. No cenário internacional, a China se consolidou como o principal parceiro comercial do Rio de Janeiro, com uma corrente comercial de US$ 19,9 bilhões, seguida pelos Estados Unidos, que registraram US$ 16,1 bilhões. Completam a lista dos parceiros estratégicos do estado no ano passado Singapura, França e Espanha, reforçando a diversificação das relações comerciais fluminenses.

– Apesar do cenário internacional adverso e das dificuldades geopolíticas, a corrente comercial fluminense continuou crescendo, batendo recordes e alcançando o maior patamar da série histórica. O resultado reflete o olhar e as ações do governo Cláudio Castro para garantir a produtividade e a competitividade das empresas fluminenses no exterior – observou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, Vinicius Farah.

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