Setor de serviços cai 0,1% em julho, aponta IBGE
Atividade está 19,9% acima do nível pré-pandemia, de feveireiro de 2020, e 0,3% do pico da série histórica, de outubro de 2025
O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%. Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto de 2025, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses. Com esse resultado, o setor, que reúne atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza, internet e tecnologia da informação, está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).
Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses.
Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto.
Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).
Turismo
Com o resultado, o segmento de turismo está 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são ligadas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens, bufê e transporte aéreo de passageiros.
São divulgadas informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.

