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Teto do valor do imóvel do programa Casa Verde e Amarela sobe para R$ 264 mil no Rio, Distrito Federal e em São Paulo

A pedido do setor da construção civil, o Conselho Curador do FGTS aprovou, nesta segunda-feira (dia 13), o reajuste de 10% no teto do valor do imóvel financiado pelo programa Casa Verde e Amarela, programa habitacional que substituiu o “Minha Casa, Minha Vida”. No Rio, em São Paulo e no Distrito Federal, o valor máximo do imóvel subirá de R$ 240 mil para R$ 264 mil.

O valor dos imóveis enquadrados no programa varia de acordo com as regiões e o tamanho da população. De acordo com a resolução aprovada pelos conselheiros, nos municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes, o aumento do limite do valor do imóvel será de 15%. Entre 20 mil e 50 mil habitantes, de 10%. Já nos municípios com população menor que 20 mil habitantes não houve alteração.

Segundo dados apresentados na reunião do Conselho, nos últimos 12 meses encerrados em julho de 2021, o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) atingiu 17,35%.

O programa Casa Verde e Amarela atende famílias agrupadas em três faixas de renda: grupo 1 (até R$ 2 mil); grupo 2 (até R$ 4 mil) e grupo 3 (até R$ 7 mil), com taxas de juros entre 4,75% ao ano e 8,16% ao ano. As famílias beneficiadas ganham subsídios (desconto a fundo perdido no valor do financiamento), que variam entre R$ 29 mil e R$ 47,5 mil para os grupos 1 e 2.

O Conselho Curador também aprovou mudanças na sistemática de concessão dos subsídios para beneficiar famílias com menor capacidade de financiamento, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. Para 2021, o orçamento do FGTS prevê a concessão de R$ 8,5 bilhões em subsídios.

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