Teresópolis: CRAS Alto realiza palestra para professores e cuidadores na Escola Municipal Chiquinha Rolla sobre o Autismo

Dentro da programação do mês de abril – o Mês de Conscientização Sobre o Autismo – da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH) de Teresópolis, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Alto realizou na última terça-feira, 17, em parceria com a Direção da Escola Municipal Chiquinha Rolla, na Beira Linha, uma palestra-encontro sobre o tema para cerca de 30 pessoas.

O evento foi direcionado a professores e cuidadores de pessoas com Transtorno do Espectro Autista e a palestra ficou a cargo de Rosane de Fátima de Lima Araújo, pedagoga, especialista em Arteterapia. Rosane é fundadora da Associação TEIAA – Troca de Experiências e Integração Entre Amigos de Autistas – em Teresópolis e mãe de um autista adulto (de 30 anos) nível 3. Na ocasião, também foi lembrado o Dia Nacional de Conscientização Sobre o Autismo, celebrado em 2 de abril.

Participaram também a coordenadora do CRAS Alto, Nivia Regina Correa, Daniele Rocha de Paula, diretora da Escola Chiquinha Rolla, e Natalice Pinho, assistente social do CRAS, além das respectivas equipes de apoio.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é resultado de alterações físicas e funcionais do cérebro e está relacionado ao desenvolvimento motor, da linguagem e comportamental. O TEA afeta o comportamento da criança e os primeiros sinais podem ser notados em bebês nos primeiros meses de vida.

No geral, uma criança com transtorno do espectro autista pode apresentar os seguintes sinais: dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, identificar expressões faciais e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos; dificuldade na comunicação, caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um diálogo; alterações comportamentais, como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas e dificuldade de imaginação. “Isso não impede que uma criança, adolescente ou adulto viva e conviva em sociedade. Ou estude em escolas regulares, com a devida capacitação dos professores”, explicou Nivia Regina.

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