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Teatro itinerante faz parada nas escolas de Queimados e cultura indígena entra em cena

Alunos da rede pública de Queimados embarcaram numa aventura pra lá de animada esta semana. O BuZum – teatro itinerante – fez parada nas Escolas Municipais Doutor Cledom Cavalcante e Profª Maria Corágio Pereira Xanchão com o espetáculo “Curumim: a origem da mandioca, uma homenagem à cultura indígena, seus costumes e sua relação com a fauna e flora regional brasileira.

O projeto é uma parceira entre a Prefeitura e o Instituto CCR/ Nova Dutra e se apresenta por meio da Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania. A iniciativa já percorreu mais de 350 mil quilômetros para realizar 10 mil apresentações para mais de meio milhão de espectadores, em 2 mil escolas públicas de nove estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul), além de Porto Suarez, na Bolívia. 

Com a duração de aproximadamente 20 minutos, as sessões encantaram os pequenos alunos e também o corpo docente das instituições de ensino da rede municipal. “Receber qualquer projeto cultural no ambiente escolar é de grande valia, pois muitos não tiveram esse tipo de acesso ainda. Isso é muito importante para a formação deles e corrobora com os trabalhos pensados em sala de aula no que diz respeito à valorização das origens do povo brasileiro. O pessoal aqui ficou tão animado que eu tive que sortear quais professores poderiam participar (risos)”, declarou a diretora da E. M. Xanchão, Ellen Alves.

A pequena Ana Júlia Toledo (5) se mostrou empolgada com a apresentação. “Eu aprendi muito sobre os índios, que eu já conhecia porque alguns foram na minha igreja uma vez. A tia da peça falou sobre a aldeia e perguntou se a gente gostava de mandioca e eu disse que eu gosto muito”, contou a aluna do Pré-II.

Ao fim da apresentações, que acontecem dentro de um veículo refrigerado e equipado com aparelhos de som e iluminação, os espectadores mirins receberam livros de colorir e um kit de teatro ‘dedoche’ (fantoche com os dedos); já os professores ganharam livros com propostas de atividades pedagógicas sobre o assunto.

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