Seis meses após intervenção, usuários do BRT ainda enfrentam desordem, calotes e falta de fiscalização

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Apesar da intervenção no BRT ter durado seis meses e de um novo presidente ter sido eleito há um mês, os passageiros que utilizam o transporte continuam enfrentando problemas e reclamando do serviço. Entre os transtornos estão a superlotação dos ônibus articulados, intervalos irregulares e desordem urbana.

Imagens enviadas por uma passageira mostram ambulante vendendo produtos dentro da estação do BRT de Magalhães Bastos, na Zona Norte.

Outras imagens mostram um outdoor fazendo propaganda de uma loja de material de construção colocado na estação Ana Gonzaga, na Avenida Cesário de Melo, em Campo Grande, na Zona Oeste.

O guarda-corpo que o BRT passou a utilizar para tentar evitar o calote também está sendo burlado. Em apenas um minuto, a equipe de reportagem do Bom Dia Rio conseguiu flagrar três pessoas entrando sem pagar na estação Recanto das Palmeiras, no Recreio dos Bandeirantes.

Desde julho, o BRT começou a fiscalização contra calotes nas estações. Duplas formadas por agentes do sistema e guardas municipais verificam os bilhetes dos passageiros. Os fiscais pedem o Bilhete Único e, por meio de uma máquina, conferem o último uso do bilhete. A multa é de R$ 170 pela infração.

O problema de vandalismo e furto também ocorrem com frequência nas estações. Na semana passada, 18 equipamentos (portas e mecanismos de trava das portas) foram furtados nas estações do BRT da Barra da Tijuca.

Sobre a desordem e a falta de fiscalização, a produção do Bom Dia Rio entrou em contato com o BRT, mas ainda não obteve resposta. Em nota, a Guarda Municipal disse que já aplicou 6 mil multas e que 116 agentes atuam nas estações.

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