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Rio pode tornar o reforço contra a Covid-19 anual a partir de 2022

A campanha de vacinação contra a Covid-19, tal como a da gripe, provavelmente se tornará anual a partir de 2022, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, ao GLOBO. Em reunião nesta segunda-feira, o comitê científico da cidade, junta composta por 12 especialistas em Saúde Pública, recomendou à prefeitura planejar a força-tarefa de imunização do ano que vem. Segundo os cientistas, ela deverá englobar a terceira dose de todas as faixas etárias às quais um reforço for recomendado, a partir das evidências científicas disponíveis.

Após o encontro, Soranz informou à reportagem que a campanha de 2022 já está sendo elaborada, e que todos os grupos e idades que receberão a terceira dose — público atualmente restrito a idosos, pessoas com imunossupressão e trabalhadores da Saúde — ainda estão sendo definidos.

De acordo com a ata da reunião desta segunda-feira, o comitê recomendou para 2022 que, “pelos fatos registrados em outros países, devido à sazonalidade da Covid-19; pelos estudos que vêm mostrando a duração da proteção vacinal; e avaliando a disponibilidade de vacina, deve-se escalonar, por faixa etária, uma dose de reforço nas faixas etárias recomendadas, observadas as evidências científicas disponíveis”.

Ainda segundo os especialistas, “a vacinação nas faixas etárias ainda não vacinadas deve ser prioritária, observando as recomendações das agências regulatórias e as evidências científicas relativas à segurança e eficácia”.

No encontro, o comitê também endossou seu parecer inicial de que o uso obrigatório de máscaras na cidade deve ser dispensado quando a cobertura da população com esquema vacinal completo chegar a 65%, o que aconteceu na manhã desta terça-feira. O decreto que flexibiliza a utilização do item, contudo, só deve ser publicado nesta quarta, após a votação na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) de uma proposta que altera uma lei estadual que estabelece a obrigatoriedade da proteção facial

Os especialistas também recomendaram, entre outros pontos, que o Colégio Pedro II reveja seu cronograma de retorno às aulas presenciais, ainda sem previsão de acontecer, e que a Prefeitura do Rio solicite ao Ministério da Saúde a “manutenção de toda a capacidade instalada feita para assistência à Covid-19, incluindo recursos humanos, financeiros e materiais”.

O comitê sugere um olhar particular sobre o Hospital Universitário da UFRJ, que é uma “referência imprescindível à cidade” e tem, no entanto, previsão de expiração do crédito extraordinário conferido pelo governo federal em 31 de dezembro de 2021. Para os especialistas, a situação “deve ser tratada politicamente, envolvendo Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) no sentido de prorrogar essa assistência até, pelo menos, após o carnaval na cidade do Rio de Janeiro”. A campanha de vacinação contra a Covid-19, tal como a da gripe, provavelmente se tornará anual a partir de 2022, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, ao GLOBO. Em reunião nesta segunda-feira, o comitê científico da cidade, junta composta por 12 especialistas em Saúde Pública, recomendou à prefeitura planejar a força-tarefa de imunização do ano que vem. Segundo os cientistas, ela deverá englobar a terceira dose de todas as faixas etárias às quais um reforço for recomendado, a partir das evidências científicas disponíveis.

Após o encontro, Soranz informou à reportagem que a campanha de 2022 já está sendo elaborada, e que todos os grupos e idades que receberão a terceira dose — público atualmente restrito a idosos, pessoas com imunossupressão e trabalhadores da Saúde — ainda estão sendo definidos.

De acordo com a ata da reunião desta segunda-feira, o comitê recomendou para 2022 que, “pelos fatos registrados em outros países, devido à sazonalidade da Covid-19; pelos estudos que vêm mostrando a duração da proteção vacinal; e avaliando a disponibilidade de vacina, deve-se escalonar, por faixa etária, uma dose de reforço nas faixas etárias recomendadas, observadas as evidências científicas disponíveis”.

Ainda segundo os especialistas, “a vacinação nas faixas etárias ainda não vacinadas deve ser prioritária, observando as recomendações das agências regulatórias e as evidências científicas relativas à segurança e eficácia”.

No encontro, o comitê também endossou seu parecer inicial de que o uso obrigatório de máscaras na cidade deve ser dispensado quando a cobertura da população com esquema vacinal completo chegar a 65%, o que aconteceu na manhã desta terça-feira. O decreto que flexibiliza a utilização do item, contudo, só deve ser publicado nesta quarta, após a votação na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) de uma proposta que altera uma lei estadual que estabelece a obrigatoriedade da proteção facial

Os especialistas também recomendaram, entre outros pontos, que o Colégio Pedro II reveja seu cronograma de retorno às aulas presenciais, ainda sem previsão de acontecer, e que a Prefeitura do Rio solicite ao Ministério da Saúde a “manutenção de toda a capacidade instalada feita para assistência à Covid-19, incluindo recursos humanos, financeiros e materiais”.

O comitê sugere um olhar particular sobre o Hospital Universitário da UFRJ, que é uma “referência imprescindível à cidade” e tem, no entanto, previsão de expiração do crédito extraordinário conferido pelo governo federal em 31 de dezembro de 2021. Para os especialistas, a situação “deve ser tratada politicamente, envolvendo Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) no sentido de prorrogar essa assistência até, pelo menos, após o carnaval na cidade do Rio de Janeiro”.

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