Ramais de Santa Cruz, Deodoro, Gramacho e Japeri circulam com atrasos nesta segunda-feira

Passageiros enfrentam novamente problemas nos trens na manhã desta segunda-feira. De acordo com a SuperVia, os ramais de Japeri, Deodoro, Santa Cruz e Gramacho estão circulando com atrasos. No entanto, a concessionária não informou o motivo dos intervalos irregulares. Os demais ramais estão operando normalmente.Segundo a concessionária, técnicos tentam reparar o problema e usuários são avisados pelo sistema de áudio das estações.

Na última quinta-feira, a SuperVia foi multada pelo Governo do Estado em R$ 1,9 milhão por falha na prestação de serviço ao usuário. Essa foi a segunda punição aplicada contra a concessionária em menos de 14 dias. A outra sanção de R$ 1,5 milhão foi encaminhada à empresa na última semana. De acordo com o Estado do Rio, o Procon-RJ faz fiscalizações desde abril nas estações de trem para apurar como o serviço é prestado à população. Outros 16 autos de infração foram aplicados e seguem os trâmites legais, que poderão resultar em novas multas.A multa aplicada pelo Procon-RJ é em razão da má conservação nas estações de Engenheiro Pedreira, Comendador Soares e Austin. A má condição também foi identificada no atraso na circulação dos trens, falta de orientação, de controle de acesso ao vagão feminino, distância irregular entre o trem e a plataforma, além da ausência de acessibilidade.

Força-tarefa

A força-tarefa foi anunciada no último dia 8 de abril e tinha como uma das principais ações o plano de retomada de 12 estações consideradas perdidas para o tráfico, por meio da Polícia Militar. A ação ocorreu após inúmeros episódios de paralisação nos ramais por conta de roubos de cabos, atrasos nas viagens, sucateamento e falta de trens em horários de pico. O objetivo é melhorar os serviços oferecidos pela SuperVia à população.Há cerca de um mês, Castro já havia anunciado a suspensão das negociações com a SuperVia quanto ao reajuste das tarifas, até que a concessionária corrigisse todos os problemas no serviço. Segundo ele “enquanto a situação de crise continuar, não será repassado nenhum real”.

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