PSOL deve ficar sem presidência de comissões na Câmara do Rio

Dono da maior bancada da Câmara do Rio — empatado com DEM e Republicanos — o PSOL não deve conseguir a presidência de uma só comissão permanente no legislativo municipal.

O argumento dos novos mandachuvas da casa é que o partido, arengueiro, preferiu a abstenção na hora de eleger, em chapa única, o presidente Carlo Caiado (DEM) e sua mesa diretora.

Os sete vereadores psolistas vão até conseguir assento em comissões importantes, segundo o princípio da proporcionalidade.

Mas, a presidência, que precisa ser conquistada com os votos dos outros integrantes, será difícil.

Contraste

Por outro lado, o PT, que só elegeu três parlamentares, deve ficar com duas presidências: da Cultura, com Reimont; e de Assuntos Urbanos, com a estreante Tainá de Paula.

Sob o comando do experiente e conciliador ex-senador Lindbergh Farias, o PT entrou na legislatura de mansinho, e não só votou em Caiado, como tem conversado bem com quase todas as matizes partidárias.

Martelo batido

A mais importante comissão da Câmara do Rio, a de Justiça e Redação, já tem uma formação desenhada.

Se nada mudar no caminho, será formada por Thiago K. Ribeiro (DEM), Jairinho (SDD) e Inaldo Silva (Republicanos).

No giz

O grupo de Educação também está formado: Tarcísio Motta (PSOL), Célio Luparelli (DEM) e Rocal (PSD).

Tarcísio, professor e vereador mais votado do Rio, sonha com a presidência da comissão. Sonha.

Na comissão de Defesa dos Direitos dos Animais, a briga pelo comando está entre Luiz Ramos Filho (PMN) e Marcos Paulo (PSOL). Como já se sabe que os psolistas não levam…

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