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Proposta de testagem em massa do Ministério da Saúde não é concretizada

A proposta de testagem em massa de covid-19 não saiu do papel 2 meses depois do anúncio feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O plano era testar 26,6 milhões de pessoas por mês. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, o ministério busca por recursos extras para compras de novos testes e reavalia a proposta inicial, anunciada no final de maio e aprovada por secretários municipais e estaduais de saúde.

O programa de testes em massa previa 3 principais eixos. O 1º incluía testagem daqueles com sintomas suspeitos de covid-19 por meio do RT-PCR. O 2º se tratava de uma “busca ativa” em locais de grande circulação, mesmo em pessoas assintomáticas. O 3º eixo envolveria pesquisas para mapear a prevalência do vírus no país, por meio de testes sorológicos.

À Folha, o secretário-executivo da Saúde Rodrigo Cruz afirmou que a implementação do novo plano  sofreu atraso. “De fato demorou um pouco mais do que gostaríamos. Algumas questões operacionais foram discutidas. […] Não basta só testar, é importante ter um fluxograma do que fazer se testou positivo”, disse.

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