Promotores investigam se ucranianos interferiram nas eleições dos EUA de 2020

Promotores federais do Brooklyn, em Nova York, investigam se autoridades da Ucrânia interferiram na eleição presidencial dos Estados Unidos de 2020, segundo reportagem publicada pelo jornal “The New York Times” nessa 5ª feira (27.mai.2021).

Agentes ucranianos podem ter usado Rudolph Giuliani, então advogado pessoal do ex-presidente Donald Trump, para espalhar afirmações enganosas de corrupção sobre o atual mandatário, Joe Biden. Anteriormente, Giuliani já negou representar ucranianos.

Segundo o jornal, um dos investigados é o político ucraniano Andriy Derkach, alvo de sanção do Departamento de Tesouro norte-americano, que o identificou como um “ativo agente russo por mais de uma década”.

RELAÇÃO COM A UCRÂNIA

Em abril de 2020, Trump demitiu o inspetor-geral dos serviços americanos de inteligência, Michael Atkinson, que recebeu e deu prosseguimento à denúncia anônima que originou o processo de impeachment do então presidente norte-americano.

Na queixa, o denunciante acusava Trump de pressionar o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, para investigar Joe Biden e o seu filho Hunter Biden, que integrou o conselho de administração de uma empresa ucraniana de gás. O Senado dos EUA acabou por absolver o ex-presidente Donald Trump, com um único republicano, o senador Mitt Romney, votando contra.

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