Programa de qualidade de vida da mulher durante o climatério pode ser instituído no Rio

O Programa de Qualidade de Vida da Mulher durante o Climatério poderá ser criado no Estado do Rio. O objetivo é garantir uma melhor saúde física e mental das mulheres no período de transição da fase reprodutiva para a menopausa. A determinação é do projeto de lei 1.554/19, da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (10/12), em primeira discussão. O texto ainda precisa ser votado em segunda discussão pela Casa.

O programa será coordenado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e implementado nas unidades básicas de saúde e nas clínicas de família. Segundo o texto, o Governo do Estado deverá oferecer o tratamento adequado às mulheres, promover campanhas publicitárias institucionais e cursos teóricos sobre as indicações e contraindicações da Terapia de Reposição Hormonal (TRH), além de divulgar anualmente relatório de dados referente à idade, cor, estado civil, religião, perfil sexual, tipo de atividade profissional desenvolvida, doenças referidas e medicamentos utilizados pelas mulheres atendidas pelo programa.

“No climatério há uma diminuição das funções ovarianas, fazendo com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem por completo. O envelhecimento populacional é uma realidade demográfica brasileira, como consequência espera-se, nos próximos anos, um aumento progressivo na procura dos serviços de saúde por mulheres com queixas relacionadas ao climatério”, justificou a parlamentar.

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