Pontos positivos e negativos da participação do Brasil no COP 25

A 25ª Conferência do Clima (COP 25) da Organização das Nações Unidas (ONU) terminou no domingo (15), em Madri, após dois dias de atraso. O encontro, que deveria ter sido encerrado na sexta-feira (13), avançou pelo fim de semana com negociações travadas. Ao fim, os quase 200 países participantes concordaram em apresentar “compromissos mais ambiciosos” para reduzir as emissões de gases poluentes – mas os detalhes destes compromissos só serão definidos na próxima conferência, que deverá ocorrer em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2020.

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Em um ano em que o avanço do desmatamento e das queimadas na Amazônia repercutiram na mídia internacional, o Brasil teve uma representatividade menor, enviando uma delegação sem representantes da sociedade civil. Além disso, observadores dizem que o país contribuiu para os impasses da conferência, principalmente sobre o mercado de créditos de carbono. Ao fim do evento, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que “a COP 25 não deu em nada”.

O G1 ouviu especialistas brasileiros que estiveram presentes na conferência para levantar 5 pontos positivos e 5 pontos negativos da participação do país no evento.

5 pontos positivos +

  1. Existência do ‘Brazil Climate Action Hub’
  2. Parlamentares e governos estaduais da Amazônia presentes
  3. Sociedade civil e cientistas presentes
  4. Protagonismo indígena
  5. Diplomatas brasileiros nas negociações

5 pontos negativos –

  1. Perda de protagonismo do Brasil
  2. Fechamento ao credenciamento da sociedade civil
  3. Isolamento do país em pontos polêmicos
  4. Prêmio ‘Fóssil Colossal’
  5. Isolamento nas negociações

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