Ponte da Conceição melhora acesso de 2.500 famílias da Zona Rural de Magé

Uma importante via de escoamento da produção agrícola e de mobilidade para 2.500 famílias, a Ponte da Conceição está praticamente pronta. O prefeito de Magé, Renato Cozzolino, visitou a obra algumas vezes durante o mês de julho e garantiu que ela será entregue à população até a segunda quinzena de agosto. “Os moradores daqui aguardaram durante quatro anos por essa ponte e, em seis meses de Governo, devolvemos a eles o direito de ir e vir, a acessibilidade, a mobilidade. A ponte está ‘curando’ (hidratação do cimento para evitar problemas de evaporação da água) e, no mais tardar em um mês, os moradores da Conceição terão motivos para comemorar”, declarou Renato, em visita ao local na última terça-feira (13/07).

Também conhecida como Ponte do Morcego, a estrutura que foi erguida na Conceição é considerada pelo secretário Municipal de Infraestrutura, Marcos Pereira, um “marco de eficiência dessa gestão”. “A ponte vai possibilitar que famílias que estavam isoladas voltem a ter o acesso que precisavam para chegar em suas casas”, complementou. O secretário explicou ainda que, para o levantamento do novo acesso, foram necessários 40 metros cúbicos de concreto. “O concreto que foi aplicado ali requer um tempo de cura, que é uma especificação técnica diferenciada e merece a nossa atenção. Por isso, a gente pede um pouco de paciência à população, pois vamos abrir o trânsito no local quando o concreto estiver totalmente curado”, explicou.

Para quem já esperou quatro anos, esperar mais um mês não é problema. É o que garantem os moradores Hélio Nascimento, 75 anos, e Marcos dos Santos, 43. Artesão e produtor de alimentos, seu Hélio disse que, antes da pandemia, a queda da estrutura anterior, que era de madeira, já tinha provocado redução nas vendas de suas mercadorias. “No caso das bananas, tinha muita gente que ia à minha casa comprar e eu também trazia o produto para vender no outro lado da ponte. Sem ela, ficou difícil escoar a produção”, revelou. O auxiliar de serviços gerais Marcos relatou que a falta da ponte também dificultou o socorro médico. “Há três semanas, um senhor passou mal e a filha teve que usar um caminho longo para chegar ao hospital. Infelizmente, ele acabou morrendo”, lamentou.

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