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Polícia prende quadrilha que queria invadir o Maracanã

Policiais prendem integrantes de torcida organizada do Flamengo no Rio de Janeiro (RJ), nesta terça-feira (22). Os presos suspeitos de planejar uma invasão ao Maracanã, durante o partida entre Flamengo e Grêmio, pela Copa Libertadores, que acontece nesta quarta-feira (23). (Foto: Jose Lucena/Futura Press)

Agentes da Polícia Civil, coma apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), realizam, na manhã desta terça-feira, uma operação para prender torcedores do Flamengo que estavam organizando uma invasão ao Estádio do Maracanã para cometer roubos e praticar crimes, na próxima quarta-feira, durante o confronto entre Flamengo x Grêmio, pela semifinal da Copa Libertadores da América. Até às 8h, mais de dez torcedores já tinham sido detidos

Torcedor do Flamengo preso na operação da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (22) — Foto: Fernanda Rouvenat / G1

Cerca de 20 mandados de prisão temporária foram expedidos, em vários bairros da Zona Norte e da Zona Sul da cidade, dentre eles em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com as investigações lideras pela delegada da 18ª DP (Praça da Bandeira), Carina da Silva Bastos, a articulação desses torcedores era feita por meio de redes sociais.

Parte do grupo pretendia cometer crimes no entorno do estádio, enquanto outros tentariam entrar com ingressos falsos para roubar torcedores.

“O comportamento deles era no intuito de invadir e praticar crimes, como lesões corporais e roubos para conseguir ingressos. No intuito de impedir esses crimes, efetuamos várias diligências desde sexta-feira. Não paramos até hoje. As investigações continuam. Estamos identificando mais pessoas para pedir a prisão delas”, disse a delegada Carina da Silva Bastos, titular da 18ª DP (Praça da Bandeira), em entrevista ao “Bom Dia Rio”.

De acordo com ela, alguns dos alvos da polícia têm anotações em suas fichas criminais. Algumas delas são de outros estados:

“Essas pessoas estão espalhadas pelo Rio de Janeiro inteiro e até de outros estados. Alguns têm passagens por crimes como homicídio, roubo e tráfico. O que chama mais atenção é que tem pessoas que não têm passagem mas, como estão em bando, vão se contagiando pelos outros”

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