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Polícia faz operação contra o tráfico de drogas em Duque de Caxias

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira a Operação Domínio Final, que mira o tráfico de drogas em duas comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações, “Parada Angélica e Vila Sapê atuam em harmonia na distribuição de drogas, na prática de roubos, em homicídios e na defesa armada do território”, diz a Civil, que cumpre 28 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão. Até às 7h40m, 13 pessoas já haviam sido presas: 10 pelos mandados de prisão e três em flagrante. A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias utilizadas para lavagem de dinheiro da quadrilha.

Em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, os policiais da 62ª DP (Imbariê) identificaram que o chefe da Vila Sapê, Diony Lopes Torres, mais conhecido como Playboy, movimenta cerca de R$ 2 milhões por mês com atividades ilícitas. Ele já responde por tráfico internacional de drogas e armas de fogo. Os investigadores afirmam que Playboy também chefia a comunidade do Caleme, em Teresópolis, por meio de um emissário.

Na localidade de Parada Angélica, a denúncia aponta como chefe do tráfico Gilberto Soares Alves, o Caveirinha.

De acordo com duas denúncias oferecidas à Justiça, 13 dos criminosos atuavam na localidade de Parada Angélica e outros 15 em Vila Sapê. Os mandados de busca e apreensão são cumpridos em endereços ligados aos acusados não só em Duque de Caxias, mas também em Magé, Teresópolis, Cabo Frio, Mesquita e na capital.

A investigação contra o grupo começou a partir de inquérito policial instaurado pela 62ª DP, que apurava crimes de roubo realizados no eixo das vias Rio-Magé, Avenida Coronel Sisson e Avenida Automóvel Clube. No curso da investigação, surgiram informações sobre o envolvimento de narcotraficantes com os crimes de roubo “então apurados, os quais eram pensados, acertados e realizados a partir das facilidades logísticas, de armamento, disponibilidade de ‘mão de obra’, e de controle armado de território, propiciadas pelas prioritárias atividades do tráfico de drogas ilegais”, diz o Ministério Público do Estado.

Os alvos foram denunciados pelo MPRJ junto à 1ª Vara Criminal de Caxias, responsável pela expedição dos mandados.

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