Polícia cria força-tarefa pra esclarecer desaparecimento de meninos há mais de 100 dias em Belford Roxo

Quase quatro meses depois do desaparecimento de Lucas Matheus (8 anos), Alexandre da Silva (10 anos) e Fernando Henrique (11 anos), a Polícia Civil criou uma força-tarefa para as investigações.

Além da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, agentes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) e da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) estão atuando no caso.

Na última sexta-feira, após três meses, a Polícia Civil informou que a única linha de investigação do caso é a de que os traficantes estão por trás do caso, como mostrou a reportagem do RJ2.

Aonde estão os meninos de Belford Roxo?

As famílias não sabem até agora o que aconteceu com as crianças. Elas saíram de casa em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no dia 27 de dezembro e, desde então, não retornaram mais.

No começo de março, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) encontrou imagens de câmeras de segurança que mostraram que os garotos passaram pela Rua Malopia, no bairro vizinho. O problema é que essa prova só foi encontrada mais de dois meses depois.

Desde o início, a hipótese era de traficantes locais estavam envolvidos no desaparecimento dos meninos. As primeiras testemunhas só foram ouvidas uma semana depois que as famílias procuraram a polícia para comunicar o desaparecimento.

Segundo os familiares, a investigação começou tarde demais. Já a polícia diz que ouviu todas as pessoas necessárias à medida que conseguia informações.

A Defensoria Pública considera que essa é uma investigação difícil e fez recomendações para a polícia atuar com mais rapidez em casos de crianças desaparecidas

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