Pfizer: Pazuello não comprou vacina com 94% de eficácia

A principal seguradora de saúde de Israel afirmou no domingo (14/02) que a vacina contra COVID-19 da Pfizer/BioNtech foi 94% eficaz

principal seguradora de saúde Israel afirmou no domingo (14/02) que a vacina contra COVID-19 da Pfizer/BioNtech foi 94% eficaz. É o que apontou um estudo realizado com mais de um milhão de pessoas vacinadas. No Brasil, o imunizante foi negado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ironizado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

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De acordo com a seguradora, foram testadas 600 mil pessoas que receberam as duas doses recomendadas da vacina e um número equivalente de pessoas que não receberam a injeção.

“Houve uma redução de 94% na taxa de infecção sintomática e uma queda de 92% na taxa de doença grave, em comparação com 600 mil semelhantes que não foram vacinados.

Ainda segundo a seguradora, a eficácia da vacina é mantida em todas as categorias de idade, incluindo aquelas com mais de 70 anos. Israel é o país que já administrou a maior taxa de vacinação proporcional no mundo. Cerca de 3,8 milhões de doses já foram aplicadas no país. Dessas, 2,4 milhões de pessoas já receberam a segunda dose. 

Condições ‘leoninas’

Na última quinta-feira (11/02), Pazuello esteve presente em sessão plenária no Senado Federal para prestar esclarecimentos sobre ações contra a COVID-19 adotadas pela pasta e o planejamento da vacinação no Brasil.  Durante discurso, o ministro falou sobre cada um dos imunizantes disponíveis e as negociações com a pasta.

Ao citar a Pfizer, ele fez duras críticas pelos entraves impostos para a venda da vacina no país. Segundo ele, as condições impostas foram “leoninas”. 
Ele também afirmou que, apesar dos problemas advindos da necessidade do imunizante, que precisa ser armazenado a uma temperatura de -80ºC, o empecilho seria o contrato. 

Virar jacaré

Em dezembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro questionou os possíveis efeitos colaterais das vacinas contra o coronavírus, tomando como exemplo a da Pfizer/BioNtec, e afirmou que não há garantia de que ela não transformará quem a tomar em “um jacaré”.

“Lá no contrato da Pfizer, está bem claro nós (a Pfizer) não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um jacaré, é problema seu”, disse Bolsonaro na época. *Estagiária sob supervisão do subeditor Eduardo Oliveira  

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