Niterói, uma cidade acolhedora

Um trabalho contínuo em prol da população em situação de vulnerabilidade. Dessa forma a Secretaria de Assistência Social e Economia Solidária vem atuando em várias regiões de Niterói para acolher quem mais precisa. Com uma rede de atendimento que conta com equipes de abordagem social especializada, atualmente a Secretaria disponibiliza 350 vagas de acolhimento.

Entre os equipamentos disponíveis para o atendimento estão o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), dez Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), dois Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e cinco unidades de acolhimento (abrigos).

De acordo com o prefeito Axel Grael, só no primeiro semestre foram cerca de 38 mil atendimentos no Centro Pop, que é a porta de entrada para o atendimento à população em estado de vulnerabilidade social.

“É muito importante ter esse olhar para as pessoas em situação de vulnerabilidade. O trabalho da assistência é contínuo para dar dignidade a essa população através do serviço de abordagem social especializada, do acolhimento institucional e de toda rede socioassistencial do município”, destacou.

Em média, são 260 atendimentos por dia no local, com encaminhamento deste público para as unidades de acolhimento, onde recebem atendimento de assistentes sociais, psicólogos e orientação jurídica, encaminhamento para serviços de saúde, trabalho e renda e documentação civil. O objetivo principal é construir com os acolhidos um trabalho que ajude no alcance da autonomia e reinserção social.

Além disso, de janeiro a julho deste ano, a Assistência Social realizou 109 processos de recambiamento. O Programa de Recambiamento de Niterói tem como objetivo, além do retorno de pessoas em situação de vulnerabilidade para suas cidades de origem, garantir o fortalecimento dos vínculos familiares fragilizados. Também durante esse período, cerca de 300 pessoas foram acolhidas em abrigos da cidade.

O secretário de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira, explica que para o acolhimento passageiro no hotel que serve de abrigo noturno as pessoas se dirigem ao Centro Pop e se inscrevem para o pernoite, sendo acompanhadas pelas equipes da Secretaria de Assistência Social.

“É importante ressaltar que a Secretaria não trabalha com a remoção compulsória, de acordo com a legislação. A abordagem é feita respeitando os direitos humanos e os direitos individuais de cada uma das pessoas em situação de rua”, afirma o secretário.

Antes de promover a necessária limpeza do espaço público pela CLIN (que apoia as ações), para garantir a saúde das próprias pessoas em situação de rua e dos demais transeuntes, as agentes perguntam quais são os itens a serem descartados e o que é pessoal, sendo preservados os itens de propriedade das pessoas e recolhidos apenas resíduos deixados na via pública, após término das ações.

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