Meriti: segunda fase da exposição Rio de Mãos Dadas começa nesta terça-feira (20)

Segunda fase da exposição Rio de Mãos Dadas em Niterói - Niterói

A partir de amanhã, terça-feira (20/7), a obra Manifesto Pós-Vandalismo, escultura gigante que faz parte da campanha Rio de Mãos Dadas, do Sistema Fecomércio RJ (Sesc e Senac RJ), e está exposta no Shopping Grande Rio, em São João de Meriti, entrará na segunda fase da exposição, quando as mãos serão unidas.

A escultura de mais de dois metros de altura, feita em fibra de vidro e constituída por um par de mãos, foi instalada na última semana com as duas partes separadas. Nesta segunda fase da intervenção urbana, as mãos se juntam, representando a retomada de contatos, planos e afetos em 2021 – depois de um 2020 de privações e isolamento impostos pela pandemia do Covid-19.

Durante o mês de julho, a intervenção urbana itinerante da campanha Rio de Mãos Dadas pôde ser vista nos municípios de Barra Mansa, Campos dos Goytacazes, Niterói, Nova Iguaçu, Nova Friburgo, Petrópolis, São João de Meriti, Teresópolis, Três Rios e Volta Redonda.

Sobre a campanha Rio de Mãos Dadas

As obras integram a campanha Rio de Mãos Dadas, conjunto de iniciativas do Sistema Fecomércio RJ que inclui: intervenções urbanas, exposições itinerantes, maratonas virtuais, capacitações gratuitas em parceria com sindicatos, cursos adaptados ao “novo normal”, Prêmio Fecomércio de Cultura e uma Edição Especial do Prêmio Visão Consciente, para identificar e reconhecer empresas que fizeram a diferença em suas áreas de atuação e na sociedade.

Sobre a obra e a artista

São João de Meriti – Shopping Grande Rio – Rua Maria Soares Sendas, 111 – São João de Meriti
Obra: MANIFESTO PÓS-VANDALISMO
Conceito: envelopamento das “mãos” por meio de uma grade de ferro, cortada na altura dos dedos e um pouco na base, transmitindo uma ideia de rompimento, de quebra de ordem.
Material: pintura mista
Artista: Igor Nunes – graduado em Design Gráfico pela ESPM, no Rio de Janeiro, e em Pintura e Desenho, pela A.R.C.O., em Lisboa, Portugal. Integrou diversas exposições coletivas nos dois países. Em 2015 ganhou o prêmio SpoletoArtRua e em 2020 pintou um mural em um antigo armazém tombado na Zona Portuária do Rio. O artista investiga o que há para além do muro, explora o espaço urbano, questões relacionadas à subversividade, a quebra de ordens pré-estabelecidas, o deslocamento geográfico e a crítica social.

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