Macaé: Prefeitura realiza ação contra pesca predatória na Lagoa de Imboassica

A Prefeitura de Macaé, através da Secretaria Municipal de Ambiente e Sustentabilidade e da Guarda Ambiental, realizou uma ação de combate à pesca predatória na Lagoa de Imboassica nesta quarta-feira (10). O trabalho está sendo intensificado após denúncias feitas aos órgãos.

O coordenador de Ambiente, Fernando Barreto, comandou o monitoramento na lagoa. Ele disse que a fiscalização é frequente no local. “Hoje apreendemos uma boa quantidade de redes que estavam em situação irregular. Nossa atividade é contínua e não vai parar até que todos se enquadrem dentro da lei”, salientou.

Na Lagoa há uma placa com informações que proíbem a pesca utilizando redes de arrasto e de lance; redes de espera com malha inferior a 70mm; e tarrafas com malha inferior a 50mm. As recomendações estão em destaque e fazem parte da Instrução Normativa nº 43 do Instituto Brasileiro de (Ibama), de 23 de julho de 2004, bem como o descumprimento que sujeita o infrator às penalidades previstas na Lei Estadual nº 3.467/2000 e na Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/1998.

“Fizemos a apreensão de uma rede de aproximadamente 4 mil metros. É um material proibido. Também achamos uma tarrafa fora do padrão. Estamos intensificando a fiscalização e orientando os pescadores. Vamos continuar esta ação”, disse o comandante da Guarda Ambiental, Carlos Almir, que também participou dos trabalhos nesta terça-feira.

A pesca predatória é uma prática não sustentável que envolve a captura excessiva e indiscriminada de peixes e outras espécies aquáticas. Ela ocorre quando os pescadores não seguem as regulamentações, como tamanhos de captura, limites de quota e material adequado, o que resulta na exaustão das populações de peixes e na destruição dos ecossistemas. Daí a importância de ações como estas para conscientizar os pescadores.

Entre os impactos, a pesca predatória tem consequências significativas para o ambiente e a sociedade como: reduz a disponibilidade de peixes e altera ecossistemas aquáticos, prejudicando a biodiversidade e a qualidade da água.

A população pode colaborar denunciando crimes ambientais pelo telefone (22) 99701-9770, da Guarda Ambiental, que funciona 24 horas por dia, ou através do email: [email protected]. A identidade de quem denuncia é preservada.

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