Kayky Brito passa por fisioterapia e fonoaudiologia, diz boletim médico

O ator Kayky Brito, de 34 anos, passa por tratamento de fisioterapia e de fonoaudiologia em busca da recuperação após ser atropelado na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A informação está no boletim enviado pelo Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio, onde ele está internado, na tarde desta segunda-feira (18).

De acordo com a unidade de saúde, os médicos afirmam que ele tem uma boa evolução clínica. Na semana passada, o ator já havia começado o processo de reabilitação respiratória e motora.

Atropelamento grave

O ator foi hospitalizado no dia 2 de setembro, depois de ter sido atropelado na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade. Ele atravessou a Avenida Lúcio Costa fora da faixa de pedestres.

Logo após o acidente, Kayky recebeu os primeiros cuidados médicos no Hospital Miguel Couto mas, no mesmo dia, foi transferido para o hospital particular.

O ator sofreu traumatismo craniano e múltiplas fraturas pelo corpo com o impacto do atropelamento, e ficou em estado gravíssimo (entenda aqui).

Segundo o médico ortopedista Alberto Gotfryd, do Hospital Israelita Albert Einstein, o politraumatismo indica uma lesão grave de ao menos dois órgãos ou duas partes distintas do corpo. Apesar da gravidade do acidente, a coluna do ator foi preservada.

Ele passou por uma cirurgia de fixação de uma fratura da pelve e outra do braço direito. Casos de politraumatismo podem incluir lesões cerebrais, fratura de ossos, lesões na coluna, hemorragias, entre outras complicações.

O traumatismo craniano é uma lesão causada por um impacto na região da cabeça e em casos graves há sangramentos, perda de consciência, dificuldade para falar, náuseas e vômitos.

O acidente

Um motorista de aplicativo atropelou o ator enquanto conduzia uma outra passageira na região da Barra da Tijuca, na altura do número 4.700.

O motorista parou para prestar socorro e o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta de 1h. O ator foi socorrido e levado ao Hospital Miguel Couto.

Em seguida, o condutor foi encaminhado à 16ª DP (Barra da Tijuca) e ao Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do Rio, onde fez o exame de alcoolemia.

Segundo a polícia, não foi constatada a ingestão de bebida alcoólica pelo atropelador, que foi autuado por lesão corporal de trânsito.

A investigação

Em depoimento à polícia, o motorista afirmou que Kayky cruzou a pista repentinamente, correndo. Contou ainda que tentou desviar, jogando para a faixa da direita, mas não conseguiu evitar a colisão.

Dois dias após o atropelamento, a passageira que estava no carro de aplicativo prestou depoimento. Ela afirmou à polícia que o veículo estava dentro do limite de velocidade da via, que é de 70 km/h.

O próximo passo da investigação é saber se o carro estava ou não em excesso de velocidade e, para isso, foi solicitada uma perícia. Uma câmera de segurança registrou imagens do acidente e elas corroboram a versão apresentada pelo motorista para os policiais.

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