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Irã e Rússia negam acusações dos EUA sobre eleições

Irã e a Rússia responderam nesta quinta-feira (22) as acusações de que estariam tentando influenciar os eleitores dos EUA nas eleições presidenciais –os países afirmaram que a incriminação é sem fundamento.

Na quarta-feira, o Diretor de Inteligência Nacional dos EUA, John Ratcliffe, disse que os dois países tentam interferir nas eleições presidenciais americanas com envio em massa de e-mails falsos. As mensagens têm o objetivo de intimidar eleitores e incitar agitação social.

“Identificamos que dois atores estrangeiros, Irã e Rússia, tomaram medidas específicas para influenciar a opinião pública”, disse Ratcliffe em entrevista coletiva.

Reação dos países

A Rússia respondeu de forma mais sintética: em Moscou, o porta-voz do governo russo, Dmitri Peskov, disse que as acusações dos serviços de inteligência dos EUA são infundadas.

Foto de julho de 2019 mostra John Ratcliffe, deputado republicano do Texas, durante audiência em Washington — Foto: Saul Loeb/AFP

Os iranianos tomaram mais medidas. Em Teerã, o ministério das Relações Exteriores informou que convocou o embaixador suíço, país que representa os Estados Unidos no Irã desde 1979.

As autoridades americanas “fizeram acusações sem fundamento às vésperas das eleições para justificar o roteiro antidemocrático que já têm preparado”, disse o porta-voz do ministério, Saeed Khatibzadeh, em um comunicado.

Para o porta-voz iraniano, as afirmações do americano são invenções e acusações torpes.

Khatibzadeh afirmou que o Irã não tem nenhuma preferência entre os dois candidatos americanos e pediu a Washington que “acabe com as acusações inúteis e a invenção deste tipo de tramas e comece a atuar como um país normal”.

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