14 de julho de 2024

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Haddad diz que governo anunciará novo imposto sobre a gasolina na tarde desta 3ª feira

BRASÍLIA — O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo anunciará as mudanças na tributação da gasolina na tarde desta terça-feira (dia 28). Após uma nova rodada de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governo definiu as medidas que vai adotar, mas ainda precisa de alguns ajustes por parte do Ministério de Minas e Energia, comandado por Alexandre Silveira.

― Às 17h, a gente vai detalhar todas as medidas. Só estamos aguardando algumas definições de fora do Ministério da Fazenda, que são do Ministério de Minas e Energia ― disse Haddad ao retornar da reunião no Planalto.

Haddad teve uma nova reunião com Lula, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) por causa de “detalhes” da nova tributação da gasolina e etanol.

A medida provisória editada no início do ano que prorrogou a desoneração para gasolina e etanol vence nesta terça-feira e, por isso, o governo precisa anunciar sua decisão para reonerar esses combustíveis.

Além da tributação, o governo também discute possíveis alterações na política de preços da Petrobras, medida vista como alternativa para evitar que contribuintes tenham que pagar mais caro para abastecer seus veículos. Ontem, Haddad disse que a Petrobras tem um “colchão” que pode ser a contribuição da estatal para ajudar a conter o preço da gasolina, em meio às discussões sobre a reoneração dos combustíveis.

Ele não detalhou qual o valor dessa gordura, mas disse que a companhia não precisa reformular a sua política de paridade de preços com o mercado internacional, chamada de PPI. O número 2 da Fazenda, Gabriel Galípolo, foi até o Rio de Janeiro para discutir com a diretoria da Petrobras possíveis colaborações.

Ainda na segunda-feira, o Ministério da Fazenda já havia informado que voltariam a ser cobrados os impostos federais sobre a gasolina e o etanol. A ideia, segundo a pasta, é manter a arrecadação de R$ 28,9 bilhões previstos no pacote de medidas anunciado no dia 12 de janeiro.

A pasta não informou os percentuais de imposto por litro no novo modelo de cobrança de imposto. Na cadeia, combustível fóssil será mais onerado.

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