Guardas ajudam mulher que estava há cerca de um mês Aeroporto Internacional Tom Jobim a retornar para casa no Pará

Guardas municipais do Grupamento de Apoio ao Turista (GAT) que atuam no Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM) da Guarda Municipal do Rio, no Aeroporto Internacional do Tom Jobim, na Ilha do Governador, ajudaram uma mulher de 53 anos a retornar para sua residência em Belém do Pará, Região Norte do país. Ela chegou ao seu destino no dia 30 de junho, partindo da Rodoviária Novo Rio.

A mulher passava os dias andando no interior do aeroporto, onde acabava pernoitando. O rotina dela chamou a atenção dos guardas municipais, que levaram cerca de um mês para conseguir aproximação e oferecer auxílio. Numa das abordagens, a senhora demonstrou sinais de esquecimento, mas acabou citando nomes de amigos e da igreja que frequentava. A partir dessa informação, os guardas fizeram buscas em rede social, conseguiram encontrar a igreja citada e, por fim, contataram a família, que estava procurando por ela.

As equipes da GM-Rio deram assistência à mulher durante todo o processo, até o retorno para casa, sempre em contato com a família, que providenciou a passagem para a volta dela ao lar. Guardas municipais a levaram até a rodoviária e ficaram em contato com a família até o término da ocorrência, que teve um desfecho feliz.

Saiba mais sobre o PAAHM

O Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, fica  em frente ao setor de desembarque internacional, no Portão C do Terminal 2. Dando lugar à antiga unidade que durante nove anos funcionou no Terminal 1, em 2020, o espaço ganhou estrutura maior e nova identidade visual para oferecer melhorias e facilidades no acesso e no atendimento de brasileiros e estrangeiros.

O posto conta com atuação 24 horas de oito guardas municipais (divididos em turnos), que são capacitados para identificar e atender viajantes em situação de vulnerabilidade. Os agentes auxiliam desde brasileiros não admitidos ou deportados de outros países, a estrangeiros com problemas de entrada no Brasil. A equipe também identifica possíveis vítimas do tráfico de pessoas e de trabalho escravo, além de refugiados, providenciando acolhimento por meio de uma rede de assistência. Em dez anos de funcionamento, o posto já realizou cerca de 400 atendimentos.

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