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EUA aceitarão vacinas aprovadas pela OMS; lista inclui CoronaVac

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta sexta-feira (8) que vai aceitar a entrada de visitantes internacionais que tenham tomado vacinas contra a Covid-19 aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ou pela FDA, autoridade reguladora americana equivalente à Anvisa.

Isso incluiria a CoronaVac, imunizante da farmacêutica chinesa Sinovac produzido no Brasil com o Instituto Butantan que teve o uso emergencial autorizado pela OMS em junho. Os EUA não adotam essa vacina.

As vacinas autorizadas pela OMS até o momento são as seguintes:

  • Pfizer/BioNTech
  • Moderna
  • Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz
  • Janssen (Johnson & Johnson)
  • SinoPharm
  • CoronaVac — produzida no Brasil pelo Instituto Butantan

Até então, os EUA haviam suspendido todas as restrições de viagens internacionais para adultos estrangeiros completamente vacinados contra o coronavírus a partir de novembro sem detalhar quais vacinas entravam na lista. Agora, as autoridades americanas afirmam que “seis vacinas autorizadas por FDA ou OMS” serão aceitas.

Os EUA adotam os imunizantes da Pfizer, da Janssen e da Moderna — essa última ainda não adotada no plano de vacinação brasileiro.

Retomada das viagens internacionais

Viajante se vacina no aeroporto de Miami, em foto de maio de 2021 — Foto: AFP

As vacinas entram na discussão sobre a reabertura dos países a visitantes estrangeiros porque cada país definiu as regras de uma maneira e a cada momento os governos fazem novas decisões sobre quais condições para cada visitante.

Via de regra, os países têm autorizado a entrada de visitantes que tenham tomado as vacinas autorizadas naquele país. Porém, aos poucos, tem havido uma flexibilização.

Na Europa, por exemplo, mesmo países que não adotam a CoronaVac decidiram aceitar viajantes que tenham tomado o imunizante. É o caso de Espanha, Finlândia e Suíça. Outros, como o Reino Unido e a França, ainda não emitiram essa autorização.

Frascos com doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca e da CoronaVac — Foto: Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

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