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Duque de Caxias acertou garantindo o retorno às aulas presenciais e saiu na frente mais uma vez no combate a pandemia da covid-19

Especialistas alertam que Brasil errou em deixar crianças fora da escola

Na contramão da grande maioria das cidades brasileiras, Duque de Caxias garantiu o retorno dos estudantes às aulas presenciais na rede municipal de ensino no menor tempo possível, mesmo diante da pandemia do novo Coronavírus. Preocupado com o futuro e o desenvolvimento das crianças e dos jovens da cidade, o prefeito Washington Reis lutou para que os alunos retornassem ao formato presencial nas unidades escolares o quanto antes.

Para ele, a educação tem um papel imprescindível na vida das famílias. “As crianças e adolescentes precisam da escola. Eles não podem perder este contato. Mesmo com todos os avanços tecnológicos e as novas ferramentas de estudo disponíveis atualmente, ainda assim, os professores são insubstituíveis. Eles estabelecem as relações sociais e garantem o futuro dos jovens”, explicou o prefeito Washington Reis.

Em 2020, quando a pandemia teve início, os alunos ficaram afastados das escolas por oito meses. Foi adotado o modelo remoto de atendimento e as aulas foram garantidas, apesar de todas as dificuldades. Em 2021, as aulas começaram no dia 08/02, conforme o Decreto nº 7.814, assinado pelo Chefe do Executivo. Seguindo os protocolos, as escolas receberam todos os materiais necessários para que as medidas de prevenção à Covid-19 fossem cumpridas. Foram distribuídos álcool em gel, sabonete líquido, lixeiras com pedal, borrifadores, máscaras, termômetros digitais, fitas adesivas para demarcação do distanciamento e material de limpeza em geral.

A decisão pelo retorno às aulas presenciais foi tomada com muita responsabilidade e compromisso, com base em estudos e dados comparativos que colocam o município de Duque de Caxias na 45ª posição em números confirmados de óbitos por Covid-19 no país. Com relação à taxa de letalidade, o município apresenta o índice de 6,65%, enquanto outras cidades estão em situação mais complicada, como é o caso do Rio de Janeiro, que está com 7,71%, Nova Iguaçu, com 8,93% e Nilópolis, com 12,9%.

Diante de tudo isso, mesmo com os entraves e questões judiciais que envolveram a decisão, o prefeito Washington Reis continuou garantindo as aulas presenciais dos estudantes. Agora, especialistas defendem o posicionamento adotado em Duque de Caxias e concordam em afirmar que as autoridades têm a obrigação de corrigir as falhas que tenham surgido no processo de ensino aprendizagem devido ao tempo de afastamento. Estudos recentes apontam que oito de cada dez escolas municipais de todo o país ainda não retornaram às aulas presenciais. Ainda segundo estudiosos, o Brasil errou por ter ficado tanto tempo com as escolas fechadas. Estudantes apresentaram sintomas relacionados à saúde mental, como insônia e preocupações com o futuro.

Em reportagem exibida no Jornal Nacional, no dia 21/07, a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Castro, afirmou que “a volta às aulas é imediata, é prioridade para todas as escolas que estão preparadas. As famílias podem ficar tranquilas. A escola é um lugar seguro. A maioria das escolas se preparou para esse retorno. Os professores podem ficar tranquilos porque terão muito mais segurança dentro do ambiente escolar do que em outros ambientes fora da escola”, explicou.

Mesmo enfrentando batalhas judiciais, o prefeito Washington Reis apresentou coragem e postura austera na gestão dos desafios diante da pandemia. O Chefe do Executivo de Duque de Caxias também enfrentou duras críticas decorrentes do seu posicionamento contrário a um “eterno” lockdown, o que resultou, inclusive, na aplicação de multas pessoais no âmbito da ação civil pública nº 0014993-82.2020.8.19.0021 e no bloqueio de suas contas. Além disso, com a intenção de assegurar aos profissionais da rede municipal de educação a prioridade na vacinação contra a COVID-19, direito expressamente previsto na lei estadual nº 9.040/2020, o prefeito Washington Reis foi mais uma vez surpreendido com uma nova decisão judicial lhe proibindo de exercer regularmente suas competências constitucionais. Logo depois, os profissionais puderam ser imunizados.

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