CPI pede que Aras libere procurador para ajudar investigações da comissão

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado pediu com urgência ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a ajuda do procurador Aldo de Campos Costa. Eis a íntegra (448 KB).

A ideia é que ele ajude nas investigações. Nesse trabalho está a análise dos depoimentos colhidos pela comissão até agora e dos mais de 1400 documentos recebidos pela CPI.

O procurador trabalha há mais de um ano como auxiliar de Aras segundo sua página no Linkedin. Campos Costa determinou, em abril, o arquivamento de um pedido de investigação do ministro da Defesa, o general Walter Braga Netto, por defender celebrações do golpe de 1964. A representação foi enviada pelo Psol.

Na data em que o golpe completou 57 anos, o Ministério da Defesa divulgou uma nota pública em que dizia que o episódio deve ser “compreendido e celebrado”.

“O movimento de 1964 é parte da trajetória histórica do Brasil. Assim devem ser compreendidos e celebrados os acontecimentos daquele 31 de março”, dizia o texto. A PGR entendeu que a conduta ministro não configurava crime.

“Os fatos narrados na manifestação não configuram lesão ou ameaça de lesão aos interesses ou direitos tutelados pelo Ministério Público”, diz trecho do despacho, assinado pelo procurador Aldo de Campos Costa.

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