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‘CPI acaba em setembro’, afirma vice-presidente da comissão

O vice-presidente da CPI da Pandemia, Randolfe Rodrigues, afirmou à CNN que a comissão deve acabar em setembro. A previsão é de que isso ocorra no dia 16 de setembro. “Chegamos a informações firmes do que desconfiávamos desde o início. Havia um esquema omisso e, mais do que isso, criminoso no Ministério da Saúde, em plena pandemia”, disse.

Daqui até lá, a comissão quer fechar relatório sólido sobre a acusação de corrupção no Ministério da Saúde na aquisição da vacina indiana Covaxin, por intermédio da Precisa Medicamentos. A existência de um gabinete paralelo de assessoramento do Planalto e erros de gestão na crise de oxigênio no Amazonas também irão compor o relatório final.

A ideia de fechar as cortinas da CPI antes de novembro, mês em que a comissão ainda poderia funcionar, não é novidade. Falava-se em outubro mas, diante dos rumos dos últimos depoimentos, a cúpula da CPI passou a tratar o final em setembro como o melhor para a comissão não cair em descrédito.

Para o senador Alessandro Vieira, ex-delegado da Polícia Civil, não é possível marcar data para o fim, ainda que os pontos principais, na visão dele, estejam maduros. “Os fatos é que mandam. Falta experiência. Pode acontecer (o fim da comissão em setembro) mas também tem que ter consciência de que os fatos atropelam. Os principais fatos estão provados; é preciso de técnica e objetividade”. O senador é autor do requerimento de convocação do ministro da Defesa Walter Braga Netto, que, sem apoio da maioria, não deve prosperar.

Por outro lado, há disposição para aprofundar investigações sobre os desvios nos hospitais federais do Rio de Janeiro, nesta reta final dos trabalhos.

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