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Conferência da Assistência Social de Maricá discute políticas para população em vulnerabilidade

13ª edição do evento teve como tema Direito do Povo e Dever do Estado

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Assistência Social,  promoveu, nesta sexta-feira (20/08), a 13ª Conferência de Assistência Social do município, com o tema “Direito do Povo e Dever do Estado: com financiamento público para enfrentar as desigualdades e garantir a proteção social”. O evento teve a participação de assistentes sociais; representantes do Centro de Referência Especializado Para População em Situação de Rua (Centro Pop), do Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS) e das casas abrigos de Maricá, além dos usuários desses serviços.

Para o secretário de Assistência Social do município, Jorge Castor, o encontro ajuda na construção coletiva de políticas voltadas à população mais vulnerável, continuando mesmo em meio às dificuldades impostas pela pandemia.

“A conferência de Assistência Social é de fundamental importância para os 92 municípios do Rio de Janeiro e para todo o país. É daqui que saem ideias novas para o que iremos construir nos próximos anos. Nessa edição, fizemos um evento menor, por conta dos protocolos sanitários contra a Covid-19, mas cumprimos o que é mais importante: fazer a conferência, mostrando às pessoas que estamos presentes na vida da população independente dos momentos difíceis”, destacou.

O secretário também ressaltou a referência de Maricá no contexto nacional, fortalecendo o apoio à população em um momento de corte de investimentos no país.

“Maricá hoje é uma cidade privilegiada. Enquanto alguns municípios fecham equipamentos de atendimento ao público, Maricá aumenta cada vez mais seus mecanismos de assistência social. Assim, a cidade se mostra como uma referência nacional, graças a todos os técnicos que trabalham na secretaria”, completou.

Michele Carvalho, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), explica que o encontro é uma forma de discutir dificuldades, unindo o poder público e os moradores.

“Esse momento é importante para discutirmos dificuldades e propormos novas ações, melhorando a qualidade de vida dos usuários. O CMAS, órgão que presido, ajuda nesse aspecto, fazendo com que governo e sociedade civil pensem juntos a aplicação dessas políticas na sociedade”, disse.

Ao final da conferência, foram votadas as deliberações para os entes federados (município, estado e União). Na ocasião, foram eleitos os delegados que estarão representando o município na Conferência do Estado do Rio de Janeiro. A plenária também aprovou a nova composição do CMAS para a gestão 2021/2023, onde foram escolhidos dois representantes de entidades socioassistenciais, um representante de profissional da área, além de dois representantes do usuário do serviço e/ou organização dos usuários.

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