Cesta básica do Rio é a terceira mais cara do país

O valor da cesta básica no Rio de Janeiro em janeiro foi de R$ 644, um aumento de 3,69% no mês, totalizando 26,99% em 12 meses, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada pelo Dieese. Com este valor, a cidade ficou com a terceira cesta mais cara das 13 capitais pesquisadas, atrás de São Paulo e Florianópolis.
As maiores altas foram registradas em Florianópolis (5,82%), Belo Horizonte (4,17%) e Vitória (4,05%). A cesta apresentou redução em quatro capitais do Nordeste: Natal (-0,94%), João Pessoa (-0,70%), Aracaju (-0,51%) e Fortaleza (-0,37%).
Com base na cesta mais cara, que, em janeiro,   foi a de São Paulo (R$ 654,15), o Dieese estima que o salário-mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.495,52, o que cor-responde a 5 vezes o mínimo vigente, já reajustado, de R$ 1.100,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.
Já o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em janeiro, foi de 111 horas e 46 minutos, menor do que em dezembro, quando ficou em 115 horas e 08 minutos.
Os produtos com alta de preço médio em relação a dezembro de 2020 foram: tomate (24,40%), batata (14,03%), carne bovina de primeira (4,42%), açúcar refinado (3,23%), feijão preto (1,85%), banana (1,58%), manteiga (0,54%). Já os produtos com redução de preço médio em relação a dezembro de 2020 foram:  leite (-8,88%), farinha de  trigo (-4,98%), arroz branco (-2,49%), óleo de soja (-2,29%), café em pó (-1,43%) e pão francês (-0,14%).

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