Centro Dia do Idoso oferece oficina de chocolate em São Gonçalo

Bem-estar físico e psicológico são essenciais para garantir qualidade de vida na terceira idade. Pensando nisso, a Secretaria de Políticas Públicas para Idoso, Mulher e Pessoa com Deficiência; Desenvolvimento Social e Saúde inauguraram há um mês o Centro Dia e o Espaço Avançado de atendimento à saúde do idoso, no bairro Jardim Catarina. Em clima de Páscoa, o complexo, que conta com uma programação de atividades variadas, realizou, nesta quarta-feira (17), uma oficina de chocolate.

Durante a tarde de hoje, 50 idosos que são atendidos no espaço se reuniram para aprender a produzir chocolates artesanais e depois participaram de uma confraternização organizada pela equipe técnica do Centro Dia. Gislene de Fátima Severiano, de 65 anos, é usuária do espaço desde a sua inauguração e falou sobre a importância das oficinas oferecidas pelo centro na sua vida. 

“Moro sozinha e estava me sentindo muito solitária em casa. Desde que comecei a participar das atividades do Centro Dia, a minha vida mudou, estou muito feliz. A oficina de alongamento está sendo muito importante para a minha saúde física, sentia muitas dores e elas amenizaram. E hoje vim aprender a fazer chocolate. Quero apreveitar tudo o que este lugar pode oferecer para mim”, afirmou Gislene. 

Além de musicoterapia e alongamento, o Centro Dia que fica na Rua Albino Imparato, 1501, oferece também oficina de fuxico e reciclagem. 

“Aqui é um espaço de socialização e essas atividades são importantes porque proporcionam a esses idosos a oportunidade de conviverem com outras pessoas. Nosso foco é trabalhar com temas que são importantes para a qualidade de vida deles”, explicou Angélica Souza, coordenadora. 

A subsecretária de Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência, Tânia Loyola, fez a abertura do evento e falou sobre a importância de oferecer afeto e atenção a essa parcela da população. 

“A maioria das pessoas idosas que chegam aqui precisam de carinho, atenção, bater um papo, e aqui elas encontram tudo isso. Essa parcela da população tem mais para nos ensinar do que para receber”, concluiu Tânia.

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