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Caso Henry: reconstituição aponta 23 lesões por ‘ação violenta’ no dia da morte; perita acredita que garoto apanhou cada vez que acordava

Henry Borel com a mãe e o padrasto, ambos presos por suspeita de homicídio — Foto: Reprodução

Henry Borel com a mãe e o padrasto, ambos presos por suspeita de homicídio — Foto: Reprodução

O laudo da reconstituição da morte do menino Henry Borel, que o Fantástico deste domingo (11) mostrou com exclusividade, descartou “a possibilidade de um acidente doméstico (queda)”, a exemplo do que já tinha apontado a necropsia no corpo do garoto.

Os peritos afirmaram que as 23 lesões encontradas em Henry “apresentavam características condizentes com aquelas produzidas mediante ação violenta (homicídio)”. Entre essas lesões, estão, por exemplo, a laceração no fígado, danos nos rins e a hemorragia na cabeça.

Na última quinta-feira (8), foram presos o vereador carioca Dr. Jairinho (sem partido), padrasto da criança, e a professora Monique Medeiros, mãe do garoto. As prisões se deram pela suspeita de homicídio duplamente qualificado –com emprego de tortura e sem chance de defesa para a vítima –, por atrapalharem as investigações e por ameaçarem testemunhas para combinar versões.

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