Cantor de Nova Iguaçu morto em ataque a tiros a bar no Terreirão foi enterrado nesta quinta-feira (01)

Parentes e amigos se despedem, nesta quinta-feira (1º), do músico Jean Carlos dos Santos, de 22 anos, um dos mortos em um tiroteio entre milicianos na comunidade Terreirão, no Recreio do Bandeirantes, na última terça-feira.
O confronto entre grupos paramilitares deixou três mortos e cinco feridos. Familiares e amigos afirmam que o músico não era envolvido com o crime e trabalhava como barbeiro. Ele assistia a uma partida de futebol quando homem armados atacaram um grupo que estava em um bar.


OUTROS MORTOS
Além do músico, a polícia identificou os outros mortos: Erivan da Silva do Couto, era foragido da justiça e já tinha passagem por associação criminosa. Jorge Fernando Ignácio, também tinha anotações, por porte de arma e lesão corporal.
A polícia apura se ambos faziam parte da milícia que atua na região.
FOGO CONTRA FOGO
A polícia já sabe que o ataque na comunidade do Terreirão foi orquestrado pelo miliciano Danilo Lima, o Tandera. Ele atua em várias cidades da Baixada Fluminense e é antigo aliado do miliciano Wellington da Silva Braga, conhecido como ‘Ecko’, morto esse ano pela Polícia Civil. Tendera e Ecko se tornaram inimigos no fim do ano passado.
Com a morte do criminoso, a polícia acredita que Tandera esteja tentando invadir todos os pontos que eram controlados por Ecko.
O miliciano André Boto é quem comanda o grupo paramilitar do Terreirão. Ele era homem de confiança de Ecko.
Segundo testemunhas, mas de dez homens armados com fuzis invadiram a comunidade e, após a invasão em um bar, efetuaram vários disparos.
A Polícia Civil está analisando as imagens das câmeras de segurança.

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