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Brasil bate recorde sul-americano no 4x400m misto, mas manhã é de eliminações

Na primeira noite do atletismo em Tóquio, manhã de sexta-feira no Brasil, os representantes brasileiros não tiveram sucesso e ficaram fora das finais em três provas. A equipe brasileira do 4x400m misto, prova estreante em Olimpíadas, bateu o recorde sul-americano, mas não foi suficiente para chegar à final. As representantes brasileiras no salto triplo, Núbia Soares, e no arremesso de peso, Geisa Arcanjo, não tiveram melhor sorte.

Geisa Arcanjo, do arremesso de peso, em Tóquio — Foto: Patrick Smith/Getty Images

O time do 4x400m misto, formado por Anderson Henriques, Tiffany Marinho, Tabata Vitorino e Pedro Burmann, marcou 3:15.89, o melhor tempo da história na região da América do Sul. Mas terminou em sétimo lugar na segunda série, 12º na classificação geral. Era necessário ficar entre os oito melhores para chegar à final. O tempo mínimo de classificação foi de 3:13.29.

No salto triplo, Núbia Soares queimou a primeira tentativa, alcançou 14,04m na segunda e 14,07m no terceiro salto. Com a marca, ela terminou em 17º lugar. Apenas as 12 melhores disputam a final. A marca necessária era de 14,21m.

Geisa Arcanjo, do arremesso de peso feminino, alcançou 16,46m na sua primeira aparição, queimou as duas seguintes e ficou em 15º no geral. As 12 finalistas alcançaram, no mínimo, 18,57m.

Na última prova do dia, Selemon Barega, da Etiópia, fez 27:43.22 nos 10.000 metros, bateu o recordista mundial e favorito Joshua Cheptegei, de Uganda, e levou o ouro. Jacob Kiplimo, também ugandense, terminou com o bronze.

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