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Área pública em Santo Elias é revitalizada para impedir descarte irregular de lixo

A Praça Pai Tonho, uma das mais importantes áreas de lazer e convivência do bairro Santo Elias acaba de ser revitalizada. A iniciativa incluiu a limpeza e o plantio de árvores de 1,50m de altura, nas margens do Rio da Prata. O plantio se estendeu até o ponto em que o bairro encontra com o vizinho bairro da Jacutinga. Entre as espécies escolhidas para arborização estão aroeira, ipê roxo e ipê amarelo. Um trabalho de paisagismo também foi realizado com outro tipo de vegetação, a alamanda, que é um tipo de planta ornamental.

A praça recebeu uma nova calçada para facilitar a circulação dos pedestres. A área pública, que fica no limite do município de Mesquita com Nova Iguaçu, havia sido transformada num depósito irregular de lixo e entulho. Os próprios moradores da região eram os responsáveis pelo descarte ilegal.

Numa ação conjunta a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMMURB) e a Secretaria Municipal Serviços Públicos e Defesa Civil (SEMSPDEC) resolveram por fim na irregularidade. Além disso, as secretarias começaram a desenvolver um trabalho mais intenso para reeducar ambientalmente a população, criando uma cultura de preservação entre os moradores da região para tornar o ambiente mais agradável, por meio do paisagismo.

O bairro Santo Elias foi escolhido para esse trabalho inédito, entre outros fatores, por causa da atuação do grupo de educação ambiental da prefeitura na Escola Municipal Profº Quirino, que fica a 200 metros do local onde foi realizada a revitalização.

O subsecretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Rodrigo Rodrigues, reforçou a importância de promover o sentimento de pertencimento do morador para criar uma nova relação entre ele e o lugar onde vive através do zelo pela cidade. “Queremos que os moradores saibam da importância de cuidar da cidade e de suas plantas. Além de deixar o município cheio de cores e vida”, arrematou.

Cerca de 8 caminhões de entulho eram retirados deste lugar por mês, o que é equivalente a 14 toneladas de lixo. Esta revitalização também vai permitir uma economia para os cofres públicos, na medida em que o material que antes se acumulava na região será recolhido na coleta regular e as operações especiais para retirá-lo deixarão de acontecer.

“É fundamental que a população não descarte em local impróprio e que entenda que estamos tentando reduzir custos com a remoção de inservíveis.  Esta economia poderia, por exemplo, servir para a construção de uma sala de aula a cada dois meses”, disse o secretário de Meio Ambiente e Urbanismo, Luney Martins.

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