Após quebra de sigilo, núcleo da Lava Jato pede anulação do acervo da Spoofing

Após o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantar o sigilo de parte das mensagens obtidas na Operação Spoofing, que mirou o grupo de hackers responsável pela invasão dos celulares de autoridades, incluindo o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato em Curitiba, integrantes e ex-membros da força-tarefa renovaram o pedido para anular o material.

No documento, enviado ao gabinete do ministro nesta segunda-feira, 1º, o grupo pede que todo o acervo da Operação Spoofing seja declarado como prova ‘ilícita e imprestável’.

Procurados, os advogados Marcelo Knoepfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti, que representam os procuradores, não se manifestaram à reportagem.

Ao Supremo, a força-tarefa da Lava Jato pede ainda que a ordem de compartilhamento seja revogada e que a defesa do ex-presidente seja proibida de usar o conteúdo ‘para qualquer finalidade que seja, inclusive em defesas judiciais’.

No ofício, o grupo informa que, caso Lewandowski não analise o requerimento em até cinco dias, um mandado de segurança será formalizado. Isso porque os procuradores já haviam enviado uma petição ao ministro pedindo a reconsideração da decisão na semana passada.

VEJA QUEM ASSINA O PEDIDO:

Deltan Dallagnol

Januário Paludo

Laura Tessler

Orlando Martello

Júlio Carlos Motta Noronha

Paulo Roberto Galvão de Carvalho

Athayde Ribeiro Costa

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