Teresópolis: primeiro caso confirmado da Covid-19 completa seis meses

O primeiro caso confirmado da Covid-19 em Teresópolis completou seis meses na sexta-feira, 25. Trata-se de uma senhora de 67 anos, que havia chegado de uma viagem feita à Colômbia.

Ela passa bem e entrou para o grupo de 4.721 pessoas recuperadas da doença. Infelizmente, outras 142 não tiveram a mesma sorte.

Um semestre depois, os números são bem diferentes do que em março deste ano. E ainda crescem. Ainda de acordo com o último boletim divulgado pela prefeitura, o município tem 6.630 casos confirmados, sendo 1.727 ativos, ou seja, que estão infectados no momento.

Desde 13 de março, a Prefeitura de Teresópolis instituiu o Gabinete de Crise, com ações de enfrentamento à pandemia.Teresópolis: primeiro caso confirmado da Covid-19 completa seis meses

Segundo dados do Executivo, mais de 500 pessoas precisaram de internação devido a complicações causadas pela Covid-19 nesse período. São 74 leitos para pacientes com o novo coronavírus, separados em 43 clínicos e 31 UTIs.

Estão disponíveis, seis centros de triagem, além dos 15 postos de saúde da família (PSF) e das cinco unidades básicas de saúde (UBS), para testagem.

Nesses últimos meses, o Painel Covid-19 continua no ar, monitorando diariamente os dados da doença na cidade, e os recursos utilizados podem ser vistos no Portal da Transparência.

De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgados no dia 13 de setembro, o município tem a 2ª menor taxa de letalidade no estado, com 2,6%. O índice é calculado na divisão do número de óbitos pelo número de casos confirmados da doença.

O que esperar para os próximos meses, já que a pandemia não acabou? Questionada, a Prefeitura de Teresópolis afirma que equipes de limpeza, de proteção social, da fiscalização e vigilância sanitária vão continuar atuando no município.

“Mantém-se as medidas restritivas e preventivas em vigor no município, com todas as iniciativas relatadas no balanço, e segue acompanhando as métricas estabelecidas para avaliar novas ações, que dependem de análise técnica de cada semana epidemiológica, feita pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Gabinete de Crise”, finaliza a nota.

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